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O uso do Exército nas cidades brasileiras já foi justificado como uma tentativa de combater o “crime organizado”, o que é uma mentira descarada. Mas agora o Exército foi chamado para o Carnaval do Rio de Janeiro. Seu papel: reprimir o povo que estiver na rua se divertindo.

O prefeito da cidade, Marcelo Crivella, solicitou ao Governo Federal que o Exército patrulhe as ruas da cidade durante as festividades, o prefeito também vai contratar milhares de homens da segurança privada, além de contar com a tradicional e truculenta Polícia Militar.

O Exército não trabalha com bala de borracha, nem com armamento de pequeno porte, mas com fuzil, que, se disparado contra uma pessoa, pode parti-la ao meio. Além de tanques, granadas, enfim, tudo de que um Exército dispõe para proteger um país de uma invasão.

Porém, o uso das Forças Armadas tem sido uma constante nos últimos anos, especialmente depois do golpe de Estado. Para qualquer situação em que se reúna uma quantidade de pessoas, os governos estão solicitando o Exército.

No Rio, se formos considerar o que já aconteceu até agora, inclusive com as ocupações das Unidades de Polícia Pacificadora, pode-se dizer que a cidade está sob estado de sítio, de exceção.

Tanto é assim que as Forças Armadas, e isso nacionalmente, estão com carta branca para assassinar civis, pois lei federal, editada pelo golpista Michel Temer, garante que os crimes contra a vida praticados pelos militares serão julgados pelos próprios militares.

O Carnaval já se coloca como palco de manifestações políticas, especialmente contra o golpe de Estado e contra a direita. É preciso organizar blocos, marchas e passeatas carnavalescas denunciando a repressão dos golpistas contra esta que é a mais tradicional festa do povo brasileiro.

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