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RJ: professores querem aumento salarial
Passeata de professores grevistas contra as políticas educacionais do prefeito Eduardo Paes
Passeata de professores grevistas contra as políticas educacionais do prefeito Eduardo Paes

Os professores do Estado do Rio vão se reunir, no próximo dia 26, com o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano (PT). Vão pedir o reajuste da categoria a correção salarial de 49,5%.

Representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) vão pedir a intervenção de parlamentares e do líder do governo, Márcio Pacheco (PSC), para que levem ao Executivo o pedido de aumento salarial de 49,5% à classe.

O objetivo elevar os vencimentos dos professores cariocas ao piso nacional, que hoje é de R$ 2.557,74 (jornada de 40 horas). Diretor do Sepe, Flávio Lopes afirmou que os cálculos foram feitos pela entidade junto com o Dieese. “Levando-se em consideração, no Rio, a jornada de 22 horas para professor em início de carreira, nível 1, o piso seria de R$ 1.406, mas está em R$ 940,16”.

Nos últimos meses os educadores de São Paulo principalmente que a luta é nas ruas e com diversas paralisações. A luta parlamentar com partidos golpistas como o PSC, somente espalham confusão entre a categoria.

A mobilização do dia 15, 30 de maio e 14 de junho, foi o passo inicial para uma grande greve geral da educação para que os professores brasileiros conquistem suas reivindicações.

O parlamento atual é mais golpista, pois vivemos um golpe de estado.Mesmo com a limitação de direções sindicais que nitidamente não estão sintonizadas na necessidade de ampliar essas mobilizações para derrubar o governo golpista de Bolsonaro, ainda há um espaço enorme para a radicalização e o aprofundamento da mobilização em nossa categoria.

Se o golpe não for derrotado nas ruas, estaremos permanentemente ameaçados pelo rebaixamento de salários. É preciso ampliar o debate nas escolas para darmos um passo adiante na mobilização contra os ataques dos governos golpistas e pelo “Fora Bolsonaro”!