Covid-19 e os capitalistas
Enquanto isso, o governador Witzel virou alvo de uma investigação sobre corrupção em contratos de saúde durante a pandemia e um ex-secretário de Saúde do Estado foi preso.
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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, fala após cerimônia em comemoração ao Dia da Vitória e Imposição da Medalha da Vitória no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.
Os três criminosos | Foto: reprodução

Os governadores e prefeitos “científicos”, Witzel e Crivella, decidiram por fechar três hospitais de campanha voltados a tratar pacientes com Covid-19 no Rio de Janeiro. Os mesmos sequer foram efetivamente abertos ao público e devem ser desmontados nos próximos dias, afirmou o secretário de Saúde do Estado, Alex Bousquet, nesta segunda-feira (27).

Estas unidades foram anunciadas como parte de uma promessa do governo fluminense de ampliar a oferta de leitos hospitalares durante a pandemia, mas não chegaram a entrar em operação em meio a atrasos e investigações sobre irregularidades.

“Há uma forte tendência de, nos próximos dias, anunciarmos o fechamento dessas unidades. O planejamento já previa o início, meio e fim da necessidade dessas unidades de apoio”, afirmou o secretário estadual.

“Acompanhamos as curvas de controle diário e entendemos que a epidemia está estabilizada ou em queda. Caso haja uma segunda onda de contaminação, as redes municipais e estaduais estão preparadas. Também poderemos fazer convênios com a rede particular”, acrescentou o criminoso.

Ao custo de 770 milhões de reais, os sete hospitais deveriam ter sidos entregues, mas apenas dois foram abertos ao público. Enquanto isso, o governador Witzel virou alvo de uma investigação sobre corrupção em contratos de saúde durante a pandemia e um ex-secretário de Saúde do Estado foi preso.

Primeiramente vale ressaltar que esta colocação é completamente mentirosa. Não houveram medidas de fato para controle do coronavírus no RJ, tais como: os próprios hospitais de campanha, testes massivos, controle de saúde com agentes nas periferias, etc. O que há, de fato, é o mesmo que em todo o Brasil, os governantes capitalistas escondendo os números, cavando covas e mais covas e deixando o povo morrer. E aqui, ainda pior, a corrupção completa e desenfreada em torno dos hospitais de campanha, que, se houvesse alguma luta contra a corrupção – como anteriormente foi dito nas prisões de ex-governadores e outros -, Witzel já estaria preso por crimes diversos. E para finalizar, o que há no RJ hoje é a polícia matando muito mais do que o vírus, a mando do governador.

 

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