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Caos Eminente
Risco de catástrofe: Amazonas tem aumento de 180% de infectados
Estado do Amazonas conta com um desenfreado aumento nos casos de COVID 19
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Caos Eminente
Risco de catástrofe: Amazonas tem aumento de 180% de infectados
Estado do Amazonas conta com um desenfreado aumento nos casos de COVID 19
Foto: Bernardo González
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Foto: Bernardo González

O estado do Amazonas tem tido um aumento alarmante em sua curva para casos positivos com o COVID 19. Segundo a FVS (Fundação de Vigilância em Saúde), foram registrados 200 novos casos pelo estado, representando o aumento de 180% em uma semana, com 12 mortes já confirmadas. Números que segundo o governador do estado Wilson Lima (PSC), “são estáveis”, deixando visível a falta de entendimento do que está acontecendo no estado que hoje está sob sua gestão.
Na última sexta-feira (03), o secretário de saúde do Amazonas, Rodrigo Tobias, faz um apelo:
“Nosso sistema de saúde é limitado. Não temos leitos de UTI para enfrentar uma pandemia. Não estamos tratando de uma epidemia local. É uma pandemia. Que está matando no Brasil, Estados Unidos, Itália, Espanha… Temos tomado todas as providências. Temos buscado respiradores, um dos itens mais cobiçados do mundo hoje. Por favor, fique em casa. Evitem se deslocar para outros municípios”.
O nobre secretário faz o apelo, mas em nenhum momento parou para fazer uma análise, para entender de que forma esta população que ele pede para “ficar em casa”, faz para ganhar seus rendimentos e se os mesmos possuem reservas para ficar em suas casas, até que a situação volte ao controle.
O estado do Amazonas é muito desfalcado em recursos, não tem condições para lidar com a gravidade que essa pandemia representa, contando com um baixíssimo número de leitos, que é menos de um para cada mil habitantes.
Mais uma vez, chamamos a atenção para medidas de combate a esta pandemia, de forma que seja garantida a vida da população, como o aumento imediato das verbas para a saúde, aumentar o número de instalações e equipamentos; Contratação imediata de todo o pessoal da saúde necessário para enfrentar a crise; Aumento do número de leitos nos hospitais públicos; Distribuição gratuita da máscaras, luvas, álcool e remédios; Formação de conselhos populares de fiscalização do serviço de saúde; Estatização de todo o sistema de saúde; Estatização dos laboratórios; Proibição de cortes de luz e água; Estabelecer sistema de testes em todos os lugares; e aumento dos valores do Bolsa Família e extensão do plano para fazer frente às necessidades de saúde e da crise econômica.

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