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Na manhã dessa terça-feira (27/02), os militares responsáveis pela intervenção no Rio de Janeiro concederam entrevista coletiva a veículos da imprensa. Onze dias após o decreto, esse é o primeiro pronunciamento oficial do gabinete de intervenção. Na ocasião responderam perguntas genéricas oferecidas previamente pelos jornalistas presentes.

As declarações do general Braga Netto confirmam rumores de que a atuação das Forças Armadas no Rio seria uma preparação, nas palavras do general, “um laboratório para o Brasil”. Durante a entrevista evitou detalhar medidas concretas como a duração da intervenção, substituições nos comandos das polícias, entre outras, sublinhando apenas a intenção de aumentar o número de policiais nas ruas.

Os generais Braga Netto e Mauro Sinott enfatizaram que a intervenção é uma “janela de oportunidades”. Fica claro que, apesar do desconforto inicial quando a intervenção foi anunciada, a postura inicialmente receosa do comando quedou superada. Os militares parecem muito à vontade com as novas atribuições contrariando aqueles que enxergaram na intervenção apenas uma manobra política do golpista, Michel Temer. Considerando as intenções colocadas abertamente pelos comandantes à frente da intervenção, o Rio de Janeiro é apenas uma etapa na estratégia de “aproximações sucessivas” das Forças Armadas em direção ao controle do regime político.

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