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A rede de mulheres feministas da Baixada Fluminense faz ato em frente ao antigo CIAM (Centro Integrado de Atendimento à Mulher) Baixada, em Nova Iguaçu. Elas pedem a retomada do centro.
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A crise financeira do Rio de Janeiro provocada pelo golpe de Estado em 2016 afeta os atendimentos básicos à população carioca. Os Ciam (Centros integrados de atendimento à mulher) que integram a chamada rede de proteção à mulher e são formados por equipes de várias especialidades, por problemas de pagamentos e na estrutura, deixaram de atender no fim de 2016.

Na segunda-feira (16), o Ciam da Baixada Fluminense foi ocupado por movimentos sociais que exigem a reabertura do espaço e que disponibilize imediatamente todos os serviços oferecidos às mulheres vítimas de violência da região. “Queremos a reabertura do prédio, dos serviços, das políticas públicas” — explicou Giordana Moreira, integrante do Fórum Regional de Direitos das Mulheres da Baixada Fluminense.

Esse enfrentamento demonstra que a população carioca sabe que esse desmantelamento dos serviços públicos do estado é consequência da política de recessão do golpista lesa pátria Michel Temer. As finanças publicas do Rio de Janeiro estão no buraco e a conta chega diariamente para a população pobre, a classe trabalhadora e para os serviços básicos de saúde e educação.

O governo do golpe não responde aos anseios da população. Não há mais como esconder que a solução da crise do Rio de Janeiro não virá do governo ilegítimo de Temer, mas sim da mobilização e organização popular.

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