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A possibilidade de novas incursões do Exército em mais regiões do Rio de Janeiro, para além da Vila Kennedy, reaviva o medo na memória da população que sofreu com esse problema em abril de 2014, próximo ao mês da Copa do Mundo. Rio de Janeiro: "mortes, arrombamentos e perseguição". Não é o tráfico, é como a favela descreve o Exército

Moradores do Complexo da Maré e do Alemão temem que ações militares gerem um novo banho de sangue na região. 

Durante as incursões daquele ano, os cidadão eram constante e vexatoriamente revistados, quando saíam da favela ou voltando para casa, tendo que abrir bolsas, mochilas e porta malas de automóveis para a vistoria dos militares. Os moradores também eram obrigados a permitir a entrada das Forças Armadas em suas casas, nas chamadas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

É nesse cenário de terror que estão vivendo os moradores da Vila Kennedy no Rio. No episódio mais recente desta semana, funcionários da prefeitura se aproveitando da escolta do Exército para criminosamente demolir mais de 50 quiosques de pequenos comerciantes da região.

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