Governo Bolsonaro
Para Ricardo Barros, os direitos previstos na Constituição de 1988 tornaram o país “ingovernável”. Os direitos dos cidadãos precisam ser substituídos por deveres.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Brasília: O ministro da Saúde, Ricardo Barros, divulga balanço sobre a execução orçamentária do Ministério da Saúde durante o ano de 2017. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Os direitos fundamentais são um obstáculo para o governo, de acordo com o líder do governo Bolsonaro | Reprodução.

O líder do governo Jair Bolsonaro (ex-PSL, sem partido) na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), sugeriu a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. A ideia do parlamentar é retirar os direitos previstos na Constituição de 1988, pois segundo ele há direitos demais para os cidadãos, que deveriam ser substituídos por deveres. Para Barros, o fato de a Carta Magna  prever direitos para os cidadãos torna o Brasil “ingovernável”.

O sistema parlamentarista foi sugerido para substituir o presidencialismo. Barros também criticou o ativismo judiciário, que segundo ele combate crimes cometendo crimes. A ideia da convocação da Assembleia Constituinte foi criticada por parlamentares aliados do governo, da direita tradicional e de setores da esquerda no Congresso.  No passado, o vice-presidente general Mourão (PRTB) afirmou que o país precisava de uma constituinte com notáveis que retirasse os direitos do texto.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas