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Imprensa revolucionária
Coletivos João Cândido e Rosa Luxemburgo têm novas edições de revistas
Publicações organizam os coletivos do partido e compõem uma imprensa revolucionária e militante
MulheresJoaoCandido
Imprensa revolucionária
Coletivos João Cândido e Rosa Luxemburgo têm novas edições de revistas
Publicações organizam os coletivos do partido e compõem uma imprensa revolucionária e militante
Foto: Diário Causa Operária
MulheresJoaoCandido
Foto: Diário Causa Operária

Esta semana os coletivos de Mulheres e de Negros do Partido da Causa Operária lançaram as novas edições de suas revistas.

Em sua capa, a revista João Cândido, do Coletivo de Negros do PCO, destacou a reivindicação pelo fim dos presídios. A revista Mulheres, do Coletivo de Mulheres do PCO, destaca a revolucionária polonesa Rosa Luxemburgo, dirigente comunista durante a Revolução Alemã, marcando os 100 anos de sua morte por um assassinato brutal das forças de repressão da direita.

As revistas são escritas e vendidas pelos militantes dos coletivos, e centenas de exemplares já foram vendidos. Entre as matérias são abordados temas polêmicos, teóricos e históricos, além de notícias, denúncias e análises da situação política nacional atualmente.

Outro tema das publicações dos coletivos é a cultura. A revista Mulheres, além de um perfil de Rosa Luxemburgo, traz uma biografia da poeta portuguesa Florbela Espanca, contando um pouco de sua luta para se estabelecer como escritora diante de um mercado editorial fechado para as mulheres no começo do século XX. A publicação também trata do filme Torre das Donzelas.

Já a revista João Cândido traz uma homenagem ao poeta Paulo Colina, um gigante da poesia que morreu quase desconhecido e dedicou sua vida à luta dos negros. O material também apresenta uma tradução da canção Strange Fruit, um marco na denúncia do racismo e uma das canções mais famosas do século XX, de autoria de Abel Meeropol e eternizada na voz de Billie Holliday.

As duas revistas são vendidas a R$10, e, a exemplo do Jornal Causa Operária, são vendidas pelos militantes na banquinhas do PCO, em locais públicos de grande circulação, em eventos da esquerda e nos protestos de rua e mobilizações por todo o país. E servem como parte da imprensa na organização dos coletivos e do partido, e na propaganda de uma política revolucionária no meio das massas, com uma imprensa revolucionária e militante.