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REFILE - CORRECTING SPELLING   Venezuela's President Nicolas Maduro (C), his wife Cilia Flores (centre L) and National Constituent Assembly President Delcy Rodriguez (centre R), arrive for a session of the assembly at Palacio Federal Legislativo in Caracas, Venezuela August 10, 2017. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
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Esta semana, um dos principais órgãos de imprensa do imperialismo norte-americano, o diário The New York Times anunciou uma reunião secreta entre funcionários do governo dos EUA e dissidentes golpistas do Exército venezuelano. Um fato que demonstra que estamos cada vez mais perto de uma invasão militar do imperialismo na Venezuela para atacar o governo nacionalista de Nicolás Maduro, visto que até agora a direita golpista, financiada pelo imperialismo, tem perdido todas as guerras tramadas pelas vias institucionais.

Por meio de seu twitter, o chanceler venezuelano Jorge Arreaza denunciou a reunião: “é absolutamente inaceitável e injustificável que funcionários do governo de Donald Trump participem de reuniões para encorajar e promover ações violentas de setores extremistas a fim de atentar contra a democracia venezuelana.”

“A Venezuela reitera sua denúncia e condena as contínuas agressões promovidas diretamente pelo governo dos EUA contra o presidente constitucional Nicolás Maduro, democraticamente eleito e reeleito por ampla margem eleitoral em maio deste mesmo ano”, disse ainda.

Vale lembrar que, há quase um mês, um atentado à bomba foi promovido contra Madurohá, no qual o presidente venezuelano saiu ileso, mas que demonstra o clima de terrorismo do imperialismo contra o líder nacionalista. Isso sem mencionar todas as ofensivas  terroristas de grupos paramilitares colombianos e a sabotagem econômica exercida pela burguesia para criar um clima de crise no país, por meio de lock-outs e boicote na distribuição de produtos essenciais.

Até agora, Maduro tem reagido e vencido as ameaças imperialistas. A expropriação de fábricas paradas, o armamento de milícias populares e as políticas de reação tem sido bem sucedidas para deter o avanço dos golpistas. Entretanto, o aprofundamento da crise do imperialismo está levando à concretização de uma invasão militar estrangeira na Venezuela, ao estilo do que aconteceu no Iraque e na Líbia.

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