Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

Nesta última sexta-feira ocorreram em todas as subsedes do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo, a APEOESP, as reuniões de representantes de escola. As reuniões são uma preparação para a próxima assembleia da categoria, marcada para o próximo dia 8 de março, dia internacional de luta da mulher trabalhadora.

Em Assis, a reunião de Representantes aprovou de maneira unânime duas moções referentes a questões centrais no país no atual contexto, a iminência do golpe militar e a prisão do ex-presidente Lula. Os professores deixaram claro seu repúdio ao avanço e a ameça dos generais do Exército, a intervenção militar no Rio de Janeiro, e se posicionaram contra o golpe militar. Também se colocaram totalmente contrários à perseguição contra o ex-presidente Lula,  e aprovaram uma moção contra a prisão de Lula, principal liderança popular e do movimento operário do país.

Chamou a atenção durante a reunião, no entanto, o posicionamento dos setores da esquerda-pequeno burguesa, os quais nesse momento fazem coro aberto com a direita à favor da condenação de Lula e do golpe de estado. Uma representante de um pequeno grupo dessa esquerda, chamado de LPS, ligado a burocracia sindical do Sindicato dos Correios de Minas Gerais, se colocou abertamente contra a moção em defesa de Lula e contra a campanha que os companheiros do Partido da Causa Operária, dos Comitês de Luta Contra o Golpe, e da base do Partido dos Trabalhadores vem fazendo em defesa de Lula, por meio da panfletagem e da colagem de cartazes em todos os locais no país, inclusive no Rio de janeiro, onde já foram colados mais de 4000 cartazes e distribuídos milhares de panfletos.

De acordo com a representante da LPS, fazer uma moção contra a prisão de Lula, colar milhares de cartazes e panfletar milhares e milhares de panfletos “não adianta nada”. Para esse grupo, assim como para todos os setores da esquerda pequeno burguesa, que até agora não moveram uma palha para denunciar o golpe, a perseguição contra Lula e o avanço do golpe militar, a saída seria ficar paralisado e não enfrentar a direita, ou seja, aceitar o golpe, uma completa e total capitulação para os golpistas.

É preciso denunciar ainda a frente estabelecida entre esses setores da esquerda-pequeno burguesa e a própria direita. Ao atacarem aqueles que estão se mobilizando efetivamente contra o golpe, tais alas da esquerda servem única e exclusivamente como correias de transmissão da política dos golpistas, como Sérgio Moro e o próprio imperialismo, contra toda a esquerda que está, na prática, na luta contra o golpe.

É necessário, portanto, fazer o oposto do que tais grupos da esquerda-pequeno burguesa pregam, que nada mais é do que prostração. É necessário intensificar a campanha contra a prisão do ex-presidente Lula e contra o golpe militar por meio da colagem de milhares e milhares de cartazes e distribuição de panfletos em todas as cidades do país. Somente a mobilização nas ruas, nos bairros, fábricas , e escolas pode impor uma derrota ao golpe de Estado.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas