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Plenária Nacional Lula Livre
É preciso aprovar uma ampla mobilização pela liberdade de Lula
Realizar atos em todo o País e multiplicar os mutirões para se opor à política dos setores da esquerda contrários à luta em defesa dos direitos democráticos do ex-presidente
É preciso aprovar uma ampla mobilização pela liberdade de Lula
Plenária Nacional Lula Livre
É preciso aprovar uma ampla mobilização pela liberdade de Lula
Realizar atos em todo o País e multiplicar os mutirões para se opor à política dos setores da esquerda contrários à luta em defesa dos direitos democráticos do ex-presidente
É preciso aprovar uma ampla mobilização pela liberdade de Lula
I Plenária, na quadra do Sindicato dos Metroviários-SP

Seis meses depois da realização do primeiro encontro, o Coletivo Nacional Lula Livre, realiza no próximo sábado, em São Paulo, a  II Plenária Nacional Lula Livre, com a participação de representações das dezenas de entidades nacionais e coletivos que o integram em todo o País.

O primeiro encontro foi coberto de êxito, realizando um intenso debate sobre a necessidade de realizar uma ampla mobilização pela libertação do ex-presidente, uma vez que não se podia semear a ilusão de que o judiciário golpista tomaria a decisão constitucional de libertá-lo.

De lá prá cá, o vazamento do funcionamento mafioso da lava jato comprovaram o caráter fraudulento de toda essa operação realizada em nome de um suposto combate à corrupção que nunca houve e que, de fato, se intensificou sob a vigência do regime golpista.

A crise do regime golpista e do governo ilegítimo de Bolsonaro, incapaz de debelar a crise econômica, mas que busca levar adiante um ataque sem tréguas contra a economia nacional e o povo trabalhador, fez crescer a revolta contra o governo, eleito com o apoio de uma minoria (cerca de um terço do eleitorado), ao mesmo tempo em que aumentou o apoio popular ao ex-presidente, fazendo crescer as tendências a uma mobilização contra o governo (“fora Bolsonaro”) e a favor da liberdade de Lula.

Ao mesmo tempo, se intensificou no interior da esquerda burguesa e pequeno burguesa um posicionamento de setores das direções contrários a uma mobilização em favor da iberdade de Lula e favoráveis a uma política de conciliação com golpistas do chamado “centro”, que participaram ativamente do golpe de Estado, que apoiaram a eleição fraudulenta de Bolsonaro, que votaram com os “bolsonaristas” todo tipo de ataques contra os explorados, como a “reforma” trabalhista e da Previdência e que defendem a prisão de Lula.

Nestas condições, a intensificação da campanha pela liberdade do ex-presidente, tem uma importância ainda maior.

Por isso mesmo, é necessária uma ampla mobilização em torno da II Plenária Nacional Lula Livre que, acontece neste sábado, dia 21, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, no bairro da Liberdade em São Paulo.

O encontro acontece uma semana depois que mais de 2 mil pessoas participaram do I Ato Nacional pela Anulação da Lava jato e pela Liberdade de Lula, em Curitiba, convocados pelo PCO, pelos Comitês de Luta Contra Golpe, Comitês Lula Livre de diversas regiões do País, por importantes organizações de luta dos trabalhadores, como a APEOESP, e com a participação e o apoio de dirigentes e militantes do PT e de outros setores da esquerda, mostrando uma enorme disposição de luta da militância e o apoio popular dessa politica.

Está tendência precisa ser desenvolvida com atos regionais, intensificação dos mutirões de coleta de assinaturas nos abaixo-assinados pela liberdade de Lula, realização de atos em todos os Estados e outras atividades, que busquem impulsionar uma mobilização poderosa capaz de libertar Lula, uma questão fundamental para a luta dos trabalhadores e todos os explorados do País.