COVID-19
A suspensão das aulas mexeram com os grandes grupos do ensino privado, pois com a suspensão das aulas muitos pais tiraram seus filhos da escola particular
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sala de aula | Foto: Repordução

A pandemia que iniciou em meados de março fez com que as escolas fechassem suas portas, pois as escolas é um foco de severa contaminação.

Algumas escolas voltaram por alguns dias e o número de infectados foi gritante, um exemplo é no estado do Amazonas em apenas 20 dias somente de retorno as aulas houve um aumento de 30% dos infectados.

Alguns estados visando o lucro das escolas particulares começaram pressionar os prefeitos e governadores pelo retorno das aulas, pois perderam muitos alunos. O fechamento das escolas teve um impacto de mais de 1,5% no PIB mundial, como apontou estudo, então é um tema bastante polêmico.

A suspensão das aulas mexeram com os grandes grupos do ensino privado, pois com a suspensão das aulas muitos pais tiraram seus filhos da escola particular.

Passada as eleições municipais, os governantes começaram a fazer propaganda para a vacina, porém não há uma campanha real sobre imunização da população.

Na briga com a vacina, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP), entrou com um pedido para que os professores sejam colocados como grupo prioritário para receber a vacina contra o novo coronavírus no estado.

Porém, no momento, não há vacina nenhuma nem no Estado de São e nem no Brasil. O que existe é apenas de político golpista que para enganar a população, pois a situação está insustentável. Estamos com mais de 180 mil mortos, milhões de desempregados e famintos.

Diante da situação o sindicato tem que denunciar a manobra golpista de João Doria de imunizar o povo somente em março, pois para ter eficácia é preciso de duas doses.

A volta as aulas somente deve ocorrer quando tiver ampla vacinação e o fim da pandemia. O ambiente escolar é um dos mais propícios para o contágio do Covid-19. O retorno às aulas, sem essas condições, é genocídio da categoria e dos estudantes e seus familiares.

A pressão vai aumentar nos meses subsequentes, por isso, é preciso que os professores e o sindicato deve denunciar a política genocida promovida pelo “científico” que deixou a população e deixa a população morrer sem atendimento médico, pois há falta de exames e controle da doença, no estado mais importante do país.

Somente a mobilização dos trabalhadores vai colocar em xeque essa política genocida de matar a população de doença, fome e miséria.

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