CUT
Maior organização operária do País, a CUT tem um papel fundamental no rumo desta luta mortal entre o povo e os golpistas e deve utilizar este dia 7 para a retomada das mobilizações
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Manifestação contra o governo golpista de Temer, em 2017 | Foto: Ricardo Stuckert

Amanhã é dia de sair às ruas pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas! Isto porque a Central Única dos Trabalhadores (CUT) convocou suas 26 regionais e o DF a saírem às ruas e a paralisarem as categorias por 100 minutos, devido ao genocídio dos golpistas contra a população, que chegará aos 100 mil mortos nesta sexta.

O chamado é um avanço, tendo em vista a inércia da esquerda e do movimento sindical. Desde o início da pandemia, ambos aplicaram políticas completamente desastrosas, como o fechamento dos sindicatos, a defesa de um isolamento social apenas para uma minúscula parcela da população e acordos com setores golpistas, como os governadores ditos “científicos”.

O papel da CUT

A mudança no curso da política do “#ficaemcasa” para a política dos “atos simbólicos” é um relativo avanço. O chamado aos “atos simbólicos” é um grito de socorro no interior da CUT, para que as direções sindicais e a esquerda mobilizem suas bases contra o genocídio dos golpistas.

As reivindicações divulgadas pela CUT mostram sensibilidade com a situação dos trabalhadores neste momento de pandemia:

– Repudiar a iniciativa de prefeitos e governadores que já planejam e até fixaram data para retorno presencial dos alunos às aulas;

– Exigir das autoridades os equipamentos de proteção individual e coletivo para os trabalhadores das categorias essenciais, em especial os da área de saúde;

– Lutar pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00, no mínimo, até 31 de dezembro de 2020;

– Ampliar as parcelas do seguro desemprego;

-Liberar crédito para as micro e pequenas empresas;

– Fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS);

– Agir para que o Congresso Nacional derrube os vetos presidenciais que impedem a garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras e seus sindicatos, por meio da ultratividade, dos acordos e convenções coletivas de trabalho.

A direção da CUT ainda orientou:

“… além da paralisação de 100 minutos nos locais de trabalho, a realização de ações simbólicas nas principais cidades do Brasil denunciando a política genocida de Bolsonaro frente à pandemia.

Entre as sugestões estão a instalação de cruzes brancas em locais de grande circulação de pessoas ou em pontos turísticos das cidades, circundando uma faixa (da cor preta) com a inscrição Fora Bolsonaro (em branco).

Realizar ações nas ruas com a identidade visual da campanha como colagem de lambe, ‘adesivaços’, faixas em viadutos e circular com carro de som nas comunidades. Todos esses materiais estão disponíveis em um kit mídia no site da Campanha.

Organizar carreatas pelas principais avenidas com carros identificados com a campanha Fora Bolsonaro, conduzidos por um carro de som. Todas as ações acima devem respeitar os cuidados sanitários e de distanciamento social.

Estimular que todas as pessoas coloquem um pano preto nas janelas de suas casas como simbologia de adesão à campanha e, por fim, participar e divulgar o tuitaço que será realizado às 11 horas do dia 07 de agosto.”

É preciso reabrir os sindicatos!

O método de “atos simbólicos” é um aspecto que mostra o conflito dentro da entidade. É preciso impulsionar o que há de mais combativo no chamado e superar os aspectos defensivos.

Por exemplo, o que significaria para os metalúrgicos da Reanult, em greve neste momento, e os químicos e os petroleiros – todos demitidos pelos golpistas – travarem uma luta simbólica? O termo em si mesmo é ruim e neste caso das categorias que enfrentam as demissões fica claro o quanto é equivocado.

Como maior organização operária do País, a CUT tem um papel fundamental no rumo desta luta mortal entre o povo e os golpistas e deve utilizar este dia 7 como um passo para a retomada das mobilizações.

Além disso, este será o 11º fim de semana de mobilizações pelo Fora Bolsonaro em todo o País, perto de chegar aos 100 mil mortos, a necessidade de lutar pela derrubada dos golpistas fala por si só. No entanto, os golpistas não serão derrubados com campanhas publicitárias nas redes sociais e “atos simbólicos”.

A CUT precisa imediatamente reabrir todos os seus sindicatos e unidades e transformá-los em comitês de luta em campanha pelo Fora Bolsonaro!

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