Profissionais da educação
E preciso retomar imediatamente a mobilização contra o desemprego de 30 mil professores e funcionários das escolas públicas no estado do Paraná
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profissionais da educação do parana
Acampamento e greve de fome em frente ao palácio do Iguaçu no Paraná | Foto: Reprodução

Em notícia do sitio do Porem.Net de segunda-feira (07) foi divulgado que o Ministério Público do Estado do Paraná (MP/PR), por meio da Promotoria de Justiça de Proteção à Saúde Pública de Curitiba, entrou com ação civil pública contra o Estado do Paraná buscando a suspensão do processo seletivo simplificado (PSS) para contratação de professores da rede pública de ensino, bem como, da consulta à comunidade escolar para escolha dos diretores de escolas da rede estadual de educação.

O governo do fascista Carlos Roberto Massa Júnior, diante de um pedido de recomendação administrativa buscando a suspensão dos dois processos, trocou a data de realização das provas em 13 de dezembro para o dia 20 do mesmo mês, ignorando totalmente qualquer recomendação. Desta forma, de acordo com o artigo, “não apresentou qualquer elemento atestador de que na data de 20 de dezembro esse controle (da pandemia) estará efetivamente alcançado, de que treinou pessoas para seguirem os termos de seu Protocolo, inclusive para impedirem que os participantes venham a se aglomerar”. Por outro lado, quanto à consulta para escolha dos dirigentes dos estabelecimentos de ensino, até então mantida para 9 de dezembro, a Secretaria Estadual da Educação (Seed) tampouco demonstrou como “minimamente pretende fiscalizar o respeito a tais cuidados ou que as autoridades sanitárias concordam que a consulta seja levada a efeito”, conforme destacado na ação.

O Ministério Público, no entanto, não tem nenhuma preocupação com a situação de 30 mil trabalhadores que poderão ficar sem emprego a partir de 31 de dezembro, mas tão somente quanto às condições para que sejam realizadas as provas que, com a imposição do Ratinho Jr. poderá ocorrer de uma forma ou de outra, pois essa mesma justiça pode cassar a ação civil pública e fingir que o estado não tem pandemia do coronavírus, assim como fizeram no período eleitoral, de norte e sul, inclusive no estado do Paraná.

Os professores e funcionários, desde o dia 17 de novembro, vêm travando uma luta contra mais esse ataque do governador que acabou publicando o edital que autorizou a realização do Processo seletivo Simplificado (PSS). Esses profissionais ocuparam a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), no dia 18 de novembro, a justiça os retirou de lá, acamparam e fizeram greve de fome por 8 dias em frente ao palácio do Iguaçu, na praça cívica e, só acabaram saindo de lá, devido à manobra do APP Sindicato através de uma farsa de assembleia, realizada de forma remota, ou seja, através de aplicativos da internet, decidindo pelo encerramento do acampamento e da greve de fome dos professores, funcionários, bem como, os alunos.

É preciso retomar a luta pelo fim das medidas impostas pelo Ratinho Jr. de deixar milhares de desempregados que, não só poderão ser um dos milhares de infectados pelo coronavírus, mas uma gama de profissionais da educação somados aos milhões de desempregados do país.

Os trabalhadores devem tomar para si essa luta e exigir todos os recursos de seus representantes do App Sindicato, pois de outra forma, o bolsonarista Ratinho Jr. fará uma devassa no ensino público do estado do Paraná. Cancelamento do edital 47/2020, o edital do desemprego e da fome. Fora Ratinho Jr!

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