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Desde o início do golpe de Estado, a violência no campo tem crescido exponencialmente e já está batendo recordes históricos, sendo que 2017 já é considerado o ano mais violento das última duas décadas.

Os dados levantados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) revelam que após o primeiro dia de afastamento da presidenta Dilma Rousseff pelos golpistas, em 12 de maio de 2016, até o ultimo dia de 2017, foram cometidos 100 assassinatos de lideranças indígenas, quilombolas e sem-terra em conflitos gerados pelos latifundiários.

Foram 100 assassinatos em 598 dias, ou seja, aproximadamente um assassinato a cada seis dias, vitimando pessoas que lutam por um pedaço de terra para trabalhar e viver.

Esses números tendem a ser ainda maiores, pois somente são considerados os crimes em que a polícia, latifundiários e justiça não conseguiram encobrir a motivação. Isso fica claro pois na maioria dos crimes, mesmo que comprovadamente resultantes do conflito por terra, a polícia e a justiça tratam como crimes comuns ou por motivação banal. Por isso esses números tendem a ser muito maiores.

Sem levar em conta outros crimes cometidos pelos latifundiários, como ameaças de morte, violência física ou despejos forçados.

Esses números mostram o que vem pela frente caso os golpistas não sejam derrotados. A aliança entre a direita golpista, fascistas, judiciário e latifundiários está causando uma verdadeira guerra civil no campo com vítimas apenas do lado dos trabalhadores rurais e de comunidades tradicionais.

Fica cada vez mais evidente a perseguição a lideranças dos trabalhadores e da população oprimida, que somada aos assassinatos, serve para barrar a luta pela terra e avançar contra os direitos conquistados a duras penas.

Esses quase 600 dias de governo golpista serviram para mostrar a política de terra arrasada e de miséria absoluta que vão levar adiante. Por isso é necessário barrar da maneira que for necessária o golpe de Estado e derrotar os golpistas e latifundiários, tomando o governo para os trabalhadores.

Com tamanha violência realizada em conjunto pelo Estado através das polícias, pistoleiros e latifundiários, com o apoio total do judiciário golpista, é necessário levantar a bandeira do direito de autodefesa dos trabalhadores do campo.

A unidade de luta dos trabalhadores do campo com os trabalhadores da cidade está na ordem do dia para derrotar os golpistas e acabar com o latifúndio no Brasil.

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