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Diz líder miliciano iraquiano
Resposta do Iraque a ataque dos EUA “não será menor que a do Irã”
Segundo a imprensa oficial iraniana, 80 soldados dos EUA foram mortos no ataque desta madrugada, mas Washigton afirma que não houve vítimas
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Diz líder miliciano iraquiano
Resposta do Iraque a ataque dos EUA “não será menor que a do Irã”
Segundo a imprensa oficial iraniana, 80 soldados dos EUA foram mortos no ataque desta madrugada, mas Washigton afirma que não houve vítimas
Ataque iraniano de hoje foi retaliação a ação criminosa dos EUA. Foto: Reprodução/Fars News
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Ataque iraniano de hoje foi retaliação a ação criminosa dos EUA. Foto: Reprodução/Fars News

Da redação – O líder da milícia iraquiana conhecida como Assaib Ahl al-Haq, Qais al-Jazali, declarou que haverá uma resposta semelhante a que deu o Irã ao ataque dos EUA na última sexta-feira (03) que assassinou o general iraniano Qassem Soleimani.

Isso porque, além de Soleimani, que é considerado um herói também no Iraque, foi morto o subcomandante das Unidades de Mobilização Popular iraquianas, Abu Mahdi al-Muhandis, da qual faz parte o movimento Assaib Ahl al-Haq.

O Irã respondeu ao ataque criminoso dos Estados Unidos na madrugada desta quarta-feira (08), ao bombardear duas bases militares no Iraque que abrigavam soldados norte-americanos. Segundo a imprensa oficial iraniana, 80 soldados dos EUA foram mortos, mas Washigton afirma que não houve vítimas.

“A resposta inicial iraniana ao assassinato do comandante mártir Soleimani já aconteceu. Agora é o momento da resposta inicial ao assassinato do comandante mártir al-Muhandis”, disse al-Jazali, citado pela rede iraniana Hispan TV. Ele completou, afirmando que a resposta do Iraque “não será menor que a do Irã”.

A escalada da pressão imperialista contra o Irã e o assassinato de Soleimani, em particular, têm fortalecido os laços de solidariedade mútua entre os diferentes povos do Oriente Médio e muçulmanos de vários países. Gigantescas mobilizações tomaram as ruas do Irã, Iraque, Síria, Líbano, Paquistão, entre outras nações, desde a última sexta-feira, e os pedidos de vingança e vontade de expulsar as tropas imperialistas têm se radicalizado.