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Um comunicado do reitor do Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, localizado nas dependências do Campus São Crsitóvão II, “recomenda” que uma assembléia organizada pelo Sindicato dos Servidores do Colégio não levante a palavra de ordem de “Fora Bolsonaro”.

Trata-se de uma medida abertamente arbitrária por parte do reitor. O próprio reitor chega a reconhecer, no comunicado, que não possui qualquer direito de interferir nas decisões adotadas pelo sindicato.

Em primeiro lugar é preciso destacar este fato, quem controla o sindicato são os próprios trabalhadores, deste modo, qualquer medida externa que vise cercear a decisão da categoria, constitui em uma intervenção arbitrária, de caráter ditatorial, de censura contra uma organização de trabalhadores.

Em segundo lugar, é preciso denunciar o caráter do ataque político. O alvo é justamente a palavra de ordem de “Fora Bolsonaro”. Isto em um momento em que o governo golpista está em franca crise, sem qualquer apoio popular. Neste sentido, o reitor utiliza-se do autoritarismo na defesa do governo golpista de Bolsonaro que vêm destruindo de maneira aberta a educação pública no país.

É preciso que os trabalhadores rejeitem energicamente esta imposição do reitor-interventor. É preciso levantar a palavra de ordem de Fora Bolsonaro. Somente a derrota de Bolsonaro e todos os golpistas pode impedir os ataques à educação e aos demais trabalhadores.