Regime de escravidão: professores de Marília trabalham em feriado

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No dia 4 de abril é comemorado o aniversário de Marília, cidade do interior de São Paulo, e foi o dia escolhido pela maioria das escolas para completar os duzentos dias letivos.

Os professores tem vivido um regime de escravidão, pois feriados já são pagos naturalmente, então quando os professores trabalham esses dias estão, na verdade, trabalhando de graça.

Se faltam, no entanto, é descontado o dia, uma aberração que deve ser denunciada pelos professores e combatida energicamente.

Cada dia mais o governo golpista do PSDB e seus lacaios tem imposto um regime de escravidão para os professores e funcionários da educação.

Somente com uma mobilização popular que promova uma rebelião das massas pode derrotar o golpe e todas as suas medidas retrógradas.

O objetivo dos golpistas é entregar para empresários parasitas a educação e tudo que for possível para que lucrem e os que não servirem para esse propósito serão sucateados até o ponto de se tornar insustentável para a população e para os servidores.

A intenção da direita golpista é acabar com tudo o que é público e beneficiar meia dúzia de capitalistas em crise às custas dos trabalhadores e da população em geral.