Mais um ataque
Os golpistas exigem que os trabalhadres paguem ainda mais, enquanto que os capitalistas não pagam nada.
Brasilia DF 12 08 2019 O ministro do STJ, Ricardo Villas Boas Cueva e o Ministro da Economia, Paulo Guedes, durante o Seminário Declaração de Direitos de Liberdade Econômica - Debates sobre a MP 881/19.foto Marcelo Camargo/Agencia Brasil
Povo oprimido pelo sistema financeiro. |

A crise se aprofunda na política brasileira. O governo golpista planeja aprovar uma reforma tributária dentro de uma esmagadora e catastrófica crise. Cinicamente, o ministro da economia Paulo Guedes justifica esse projeto à tentativa do governo de desburocratizar, simplificando a tributação. Isso é uma cortina de fumaça para esconder o verdadeiro significado, que é diminuir a carga tributária para as empresas e as operações financeiras.

A demagogia se acentua, se eles querem mudar a forma de tributar, o primeiro passo é tirar dos trabalhadores os impostos sobre os salários e sobre o consumo; os trabalhadores já são explorados pelos empresários. Os trabalhadores derretem seus salários no momento da realização das compras e consumos essenciais para sobrevivência, não restando nada para eles.

Os golpistas exigem que os trabalhadores paguem ainda mais, enquanto que os capitalistas não pagam nada. Com poucos recursos ou nenhum, a população será conduzida à miséria, à fome em larga escala, analfabetismo e assim por diante.

A proposta verdadeira para o povo brasileiro é a estatização dos bancos e que o governo acabe com a dívida com eles. A concentração do capital tem que estar na mão de uma instituição estatal, que promova o auxílio e não voltada ao empréstimo lucrativo. O banco privado suga toda a economia do país.

A reforma tributária defendida por Paulo Guedes só beneficia os ricos, que ficaram mais ricos em detrimento do empobrecimento do povo brasileiro. Segundo o ministro da economia, a tributação deveria ser progressiva conforme a capacidade econômica dos contribuintes. Mas devemos lembrar que os bancos são os contribuintes que tem maior capacidade econômica.

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