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Mais um ataque
Reforma tributária: novo golpe para aprofundar o roubo da previdência
Os golpistas exigem que os trabalhadres paguem ainda mais, enquanto que os capitalistas não pagam nada.
paulo guedes marcelo camargo
Mais um ataque
Reforma tributária: novo golpe para aprofundar o roubo da previdência
Os golpistas exigem que os trabalhadres paguem ainda mais, enquanto que os capitalistas não pagam nada.
Povo oprimido pelo sistema financeiro.
paulo guedes marcelo camargo
Povo oprimido pelo sistema financeiro.

A crise se aprofunda na política brasileira. O governo golpista planeja aprovar uma reforma tributária dentro de uma esmagadora e catastrófica crise. Cinicamente, o ministro da economia Paulo Guedes justifica esse projeto à tentativa do governo de desburocratizar, simplificando a tributação. Isso é uma cortina de fumaça para esconder o verdadeiro significado, que é diminuir a carga tributária para as empresas e as operações financeiras.

A demagogia se acentua, se eles querem mudar a forma de tributar, o primeiro passo é tirar dos trabalhadores os impostos sobre os salários e sobre o consumo; os trabalhadores já são explorados pelos empresários. Os trabalhadores derretem seus salários no momento da realização das compras e consumos essenciais para sobrevivência, não restando nada para eles.

Os golpistas exigem que os trabalhadores paguem ainda mais, enquanto que os capitalistas não pagam nada. Com poucos recursos ou nenhum, a população será conduzida à miséria, à fome em larga escala, analfabetismo e assim por diante.

A proposta verdadeira para o povo brasileiro é a estatização dos bancos e que o governo acabe com a dívida com eles. A concentração do capital tem que estar na mão de uma instituição estatal, que promova o auxílio e não voltada ao empréstimo lucrativo. O banco privado suga toda a economia do país.

A reforma tributária defendida por Paulo Guedes só beneficia os ricos, que ficaram mais ricos em detrimento do empobrecimento do povo brasileiro. Segundo o ministro da economia, a tributação deveria ser progressiva conforme a capacidade econômica dos contribuintes. Mas devemos lembrar que os bancos são os contribuintes que tem maior capacidade econômica.