Reestruturação dos banqueiros golpistas, do Banco Itaú, fecham mais quatro agências em Porto Alegre

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O Banco Itaú, um dos maiores beneficiados com o golpe que derrubou, num processo farsa do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no reacionário Congresso Nacional, que culminou na fraudulenta eleição do fascista, Jair Bolsonaro, está promovendo um dos maiores ataques aos seus funcionários através do processo de fechamento de agências, e, consequentemente a demissão de milhares de trabalhadores e prejudicando, também, a população em geral.

O caso mais recente foi o fechamento de quatro agências, localizadas na cidade de Porto Alegre (RS), que terão “dezenas de funcionários atingidos e mais de mil clientes prejudicados com esta medida”, declara o dirigente sindical Eduardo Munhoz (SindBancários 12/4/2019).

À primeira vista parece estranho um banco está fechando as portas de várias agências no país inteiro, diminuindo o seu quadro de funcionários, mas é claro o que está por de trás dessa política dos banqueiros.

Para essa camarilha (os banqueiros privados) de parasitas, a única coisa que os interessa é o lucro, a conta deles só vai nesse sentido. Não interessa se a população será prejudicada se os trabalhadores, pais de famílias, serão jogados no olho da rua, etc. e tal. O que conta é engordar, cada vez mais, os bolsos dessa meia dúzia de pilantras.

A justificativa esfarrapada dos banqueiros para atacar os bancários e a população, com o fechamento de agências, retirando as comissões de centenas de gerentes, demissões, etc., para a criação dos escritórios digitais é apenas uma cobertura para os ataques dos banqueiros.

O que pretendem é manter abarrotados os cofres às custas da maior exploração dos bancários e da população.

Os bancos devem ser um instrumento público para atender as necessidades de toda a população, ao contrário disso vemos os bancos registrarem recordes de lucros às custas do trabalho da esmagadora maioria da população.

Nesse sentido é preciso levantar a palavra de ordem de estatização total dos sistema financeiro e controle dos bancos pelos trabalhadores, como medida efetiva contra a política do capital especulativa privado.