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Universidade Marxista

Gosta de arte? Curso explica os 500 anos da cultura no Brasil

500 anos de história do Brasil, uma análise marxista, com Rui Costa Pimenta, também vai analisar a arte e a cultura nacional

Café – Candido Portinari – Foto: Museu Nacional de Belas Artes

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Neste dia 8 de fevereiro, iniciara o primeiro do curso Brasil, 500 anos de História, uma análise marxista, com o companheiro Rui Costa Pimenta. Nessa 49ª Universidade Marxista, além de analisar os 500 anos de história do Brasil, sob uma ótica marxista, o curso também terá uma faceta especial sobre a arte e a cultura nacional, como forças impulsionadoras da história.

O início da concepção

A motivação do tema, como todos os outros, foi a necessitada de embate político nas questões mais importantes do momento. O conceito da ementa nasceu durante a polêmica levantada em torno da queima da estátua do bandeirante Borba Gato.

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Após análise dos acontecimentos, estrutura e financiamento dos grupos responsáveis por essa campanha e consequências dessa política, ficou constatado que esse movimento era promovido artificialmente por uma esquerda com estreitos laços políticos e econômicos com o imperialismo, servindo como um instrumento desse.

A esquerda imperialista no Brasil era um enxerto de ideologias e organizações como Woke Culture, Black Lives Matter, geralmente com políticas identitárias. Essa política identitária foi a base de vários ataques ao Brasil, um deste foi a tentativa de destruição da identidade nacional, deturbando e desmoralizando nossa história, tentando reescrever a história do país sob a ótica dos interesses imperialistas.

Um exemplo desse ataque foi a tentativa falaciosa de negar a luta de classe no Brasil, colocando o seu desenvolvimento fruto de resoluções “feitas por cima”. Em resposta, o companheiro Rui questionou:  “se só teve o ‘pacto das elites’ como o Brasil chegou a este tamanho? Um país de capitalismo atrasado que é um dos mais desenvolvidos no mundo, um país que inclusive não é uma potência militar local por ser subordinado aos EUA, mas mesmo está entre um dos principais do mundo, membro dos BRICS”.

Foi essa constatação da necessidade do combate político nessa área que forçou o partido a morder um pomo tão grande como 500 anos de história do Brasil. Bem como o interesse de produzir um compêndio da história nacional sob a égide marxista.

O curso

O curso pela sua extensão será dividido em quatro módulos, dividindo em períodos afins os quinhentos anos de história, sendo ministrado durante todo o ano de 2022. A empreitada almeja explica detalhadamente os desdobramentos históricos que originaram o Brasil, com uma visão materialista, marxista, analisando a luta de classes que impulsionou esse desenvolvimento.

O primeiro módulo iniciará em 8 de fevereiro, com duração de dois messes com aulas às terças e às quintas, com exceção da primeira semana que terá aulas todas as noites de segunda a sexta, contando com a presença de militantes e convidados de todo país na cidade de São Paulo. Esse módulo abarcara os primeiros 300 anos do país, contando com uma exposição sobre a organização e funcionamento dos povos indígenas e o desenvolvimento desta sociedade primitiva. 

O curso analisará no detalhe os principais movimentos do país, nas palavras do companheiro Rui: “Em 2022 fará 200 anos de uma data decisiva, a independência nacional. Há muitos que falam que essa independência não poderia ser levada em conta, foi o que tornou o Brasil um país de fato. Além disso, irá ser abordado o levante do movimento tenentista, onde começa a chamada revolução de 30. Novamente, muitos falam que foi uma farsa, mas foi justamente isso que fez com que o Brasil pudesse ter uma escalada industrial que colocou o Brasil como um dos países mais importantes do mundo”.

Arte e cultura, como expressões dessa luta

O curso também fará uma exposição sobre os artistas, movimentos e obras de cada período, colocando os pontos essenciais da cultura para a história do Brasil. Discutindo o papel histórico desses artistas e suas obras, demonstrando como são produto da época e força influenciadora da situação política.

O curso passará por todos os aspectos da arte nacional, desde literatura, poesia, música, artes plásticas, arquitetura, e principais acontecimentos no país. Analisando os principais expoentes dessas manifestações artísticas e sua relação com o momento histórico, bem como o reflexo da luta de classes nos mesmos.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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