A serviço do golpe

Ricardo Noblat, outro golpista e bolsonarista “arrependido”

Jornalista a serviço da terceira via bolsonarista continua usando várias máscaras para manter o golpe contra o Brasil

Ricardo Noblat e Bolsonaro – Foto: Reprodução

A operação para salvar golpistas-bolsonaristas a serviço da burguesia continua a toda vapor.
Na tentativa de se desvincular da imagem de Bolsonaro(sem partido), que a cada dia afunda mais ainda o país na crise econômica e social, jornalista como Ricardo Noblat procura vestir máscara de democrático, bom moço, cristão e critica tanto Bolsonaro, a quem ajudou a eleger, quanto quem apoia Lula, a fim de tentar alavancar a terceira via, que no fundo é mais uma candidatura de direita, igualmente bolsonarista, porém com máscara de “civilizada”. Noblat atacou duramente o PT por anos, foi um fiel capacho da imprensa golpista que preparou o golpe de estado em 2016.
Em janeiro de 2021, o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, pediu a abertura de inquérito policial contra Noblat e o escritor Ruy Castro, pelo fato de ambos instigarem a morte dos respectivos presidentes brasileiro e americano Jair Bolsonaro e Donald Trump.
“Apenas pessoas insensíveis com a dor das famílias de pessoas que tiraram a própria vida podem fazer isso. Apenas pessoas irresponsáveis cometem esse crime contra chefes de Estado de duas grandes nações. Fazê-lo é um desrespeito à pessoa humana, à nação e ao povo de ambos os países”, disse Mendonça sobre os desejos do jornalista Noblat e do escritor Ruy Castro.
O fato se deu quando Ricardo Noblat, acompanhando um artigo de Ruy Castro na golpista Folha de S. Paulo – “Saída para Trump: matar-se”-, sugeriu a Bolsonaro:
“Se Trump optar pelo suicídio, Bolsonaro deveria imitá-lo. Mas para que esperar pela derrota na eleição? Por que não fazer isso hoje, já, agora, neste momento? Para o bem do Brasil, nenhum minuto sem Bolsonaro será cedo demais”.
O jornalista golpista e oportunista negou desejar a morte de terceiros citando de forma hipócrita a proibição do ato por sua religião:
“Não desejo a morte de ninguém. Minha religião o impediria. Mas ao fazer, como faço aqui, um clipping diário da mídia, não posso nem devo ignorar o que me pareça que repercutirá, mais ainda quando publicado em um grande jornal. Seria uma forma odienta de autocensura”.
Lá em 2015, quando começam os preparativos para impedir o mandato de Dilma Rosusseff(PT), Noblat também desejou a morte de Dilma. Ela já estava servindo à burguesia, que mandou ele fazer o jogo sujo característico do jornal a quem ele serve.
Foi no aniversário de morte de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 2015, quando ele escreveu:
“Dilma ainda tem uma chance de sair do governo para entrar para a História. Se não aproveitar, não terá sido por falta de aviso”.
Recentemente, em referência à crítica do ator José de Abreu à deputada Tabata do Amaral(PSB), a quem o ator xingou de “canalha”, uma revolta contra a deputada que se diz de “esquerda”, mas só vem atacando a classe trabalhadora e aprovando na Câmara as pautas bolsonaristas contra o país, Noblat chamou o ator de “bolsonarista de esquerda”. Condena um xingamento e desejar a morte ele não condena. Fato é que a Noblat não gostou do ataque a Tabata Liberal, ou melhor, Tabata Amaral, pois ela está sendo desmascarada e isso prejudica as estratégias de enganação de seus patrões.
Enfim, Noblat e muitos outros jornalistas golpistas continuarão na tentativa de passar a imagem de arrependidos, desgarrados de Bolsonaro, mas estão a serviço da burguesia, que quer entregar toda riqueza do país ao capital financeiro.
Para esse fim de destruir o Brasil, Noblat e outros capachos do jornalismo estarão dispostos a ajudar, inclusive votando novamente em Bolsonaro se a terceira via direitista, igualmente bolsonarista e até mais nefasta que o atual presidente, não emplacar.
Que todos esses jornalistas e os partidos e políticos direitistas que deram o golpe de 2016 continuem sendo desmascarados, expulsos dos atos populares, pois lá essa corja não estará em hipótese alguma para ajudar, senão em boicotar as mobilizações populares e colocar a esquerda prqueno-burguesa e parlamentar a reboque da direita, cujos membros são bolsonaristas de máscara.

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