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Crime de "desacato"?

Facebook impõe nova censura contra quem criticar os poderosos

Aumento da censura nas redes sociais é mais um golpe contra a liberdade de expressão e a democratização das redes

Facebook- líder em censura – Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira, 13, o Facebook aumentou sua ofensiva contra a liberdade de expressão. Para proteger poderosos e figuras impopulares, o aplicativo de mensagens irá aumentar a remoção de conteúdos, post e conta de usuários que critiquem pessoas públicas, sobretudo aquelas ligadas à burguesia. Segundo o Facebook, essa nova investida será para proteger as pessoas do bullying e assédio.

No caso, proteger os seus, pois diariamente vemos ataques e mais ataques a movimentos populares, partidos e lideranças de esquerda e a punição não é a mesma. A empresa diz que as atualizações são para defender as pessoas mais vulneráveis dos abusos da rede, nas quais todas as classes sociais são atacadas, mas o que está em jogo é a proteção dos empresários e políticos poderosos. O escudo da censura será posto em prática par defender todos eles.

A primeira dita atualização do aplicativo será o combate às mensagens de ódio, removendo perfis e impedindo que mensagens cheguem às vítimas. Para proteger os poderosos, nenhuma mensagem agressiva chegará a jornalistas, políticos e celebridades. Esse mesmo filtro de censura não protegerá a maioria dos usuários do aplicativo. Os conteúdos selecionados para serem removidos, além daqueles que pregam o ódio, são os referentes a sexo, sobretudo o direcionado às pessoas públicas, e os ataques descritivos do corpo de pessoas direcionadas ou marcadas na rede. Essas pessoas atingidas terão novos recursos de bloqueio contra esses ataques. Essas novas estratégias de censura feitas para proteger esses grandes capitalistas servem para controlar e evitar todo tipo de crítica, as quais poderão ser enquadradas como atos de bullying e difamação, mas quem será o árbitro dessa acusação? Quantas pessoas anônimas serão diariamente agredidas virtualmente e não terão essa rede de proteção? A censura das massas é mais uma atitude golpista dos grandes meios de comunicação para evitar o desgaste deles e frear o processo de democratização das redes sociais.

Com esse filtro de censura, o Facebook cria o crime de desacato à autoridade, contra a qual não poderemos dizer nada porque certamente ela não irá gostar. Recentemente tivemos vários bloqueios de posts daqueles que exerceram seu direito de expressão, mesmo as expressões mais imbecis e reacionárias como a do blogueiro bolsonarista Alan dos Santos e o ex-presidente Donald Trump, que foram censurados em suas redes. Não existe um juiz isento para julgar e nem uma balança para pesar as declarações. Os grandes aplicativos de mensagens e vídeos continuam censurando e boicotando os canais de esquerda. O objetivo dos grandes empresários do setor é impedir a democratização desses meios de comunicação que vêm ameaçando a hegemonia de audiência entre os usuários. Estão fazendo reviver políticos e jornais falidos, como denunciou Rui Costa Pimenta e João Jorge Pimenta, no livro A Era da Censura das Massas (Edições Causa Operária), no qual os autores fazem uma análise minuciosa da censura desenfreada dessas grandes empresas de tecnologia contra personagens e movimentos sociais diversos.

Com esse anúncio de novos ataques do Facebook, vamos ver o recrudescimento dessa censura nas redes e o aumento das prisões por supostos crimes de opinião. São vítimas dessa ditadura das redes os membros da extrema-direita e da esquerda, mas no balanço das censuras a esquerda e as pessoas comuns serão os maiores prejudicados, a fim de que os grandes meios de comunicação, sobretudo os televisivos, continuem mentindo (como sempre o fizeram) para manter a narrativa conservadora e antidemocrática na sociedade. A liberdade de expressão deve ser irrestrita e um direito de todos, independente de seu conteúdo.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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