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Volta às aulas

SP: Escolas públicas fecham, mas iniciativa privada continua

Juíza proíbe a convocação para o trabalho de professores e servidores sindicalizados

Ato público de professores em São Paulo – Foto: reprodução

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Na terça-feira da semana passada (9), o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), através da decisão da juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, determinou que os professores e funcionários de escolas filiados a algum dos seis sindicatos que ingressaram com a respectiva ação na Justiça não poderão ser convocados para o trabalho presencial durante as fases laranja e vermelha, as duas fases mais restritivas do plano de flexibilização da quarentena no estado, o Plano São Paulo. Não dizendo respeito ao funcionamento das escolas particulares, a decisão aparece como uma vitória parcial importante da greve da categoria.

Em uma análise correta da questão, a juíza afirma na decisão que, apesar dos estudos apresentados pelo governo do estado indicarem que a retomada das aulas presenciais, sendo respeitados alguns protocolos sanitários, seria segura, o maior risco está no deslocamento dos professores e funcionários (e, logicamente, dos alunos) até – e entre – as escolas através do transporte público, e expõe a política do governo estadual de retomada do ensino presencial durante o momento mais crítico da pandemia, bem como o decreto que classifica as escolas como serviços essenciais, como medidas contraditórias, sem motivação válida e científica.

A decisão da juíza reforça as posições que este Diário apresentou desde as primeiras movimentações de flexibilização da quarentena no primeiro semestre de 2020. Serve como uma denúncia – ainda que mais moderada – do estado precário das escolas, do transporte público e da política genocida de todos os governos estaduais de impor a volta às aulas em plena situação de agravamento da pandemia.

Sem perspectivas de melhoria ou ações efetivas para conter as contaminações, o País caminha para 300 mil mortos, onde os ditos defensores da “ciência”, como o governador golpista João Doria (PSDB), são os que decretaram a volta às aulas num momento de agravamento brusco da pandemia. É preciso lembrar que desde a falsa e artificial melhoria da situação em São Paulo durante as últimas eleições foi interrompida um dia após a eleição do prefeito golpista Bruno Covas (PSDB).

Sobre a volta às aulas, milhares de professores, funcionários e estudantes já se contaminaram com essa política sem qualquer base científica, do “científico” Doria. Portanto, esta vitória parcial, expressa na decisão da juíza, semelhante à questão dos direitos políticos de Lula, deve ser tratado como uma necessidade de intensificar a propaganda e a mobilização dos professores e da população em geral, para a paralisação de todas as aulas presenciais, não só nas escolas públicas, mas também nas privadas – um terreno no qual os capitalistas promovem ainda mais diretamente a propagação do vírus em nome dos próprios interesses.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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