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Entrevista

Professor da UFPE sofre perseguição por denunciar militares

Evson Malaquias é perseguido pela UFPE, em um claro atentado contra a liberdade de expressão

Universidade persegue o professor por expressar sua opinião – Foto: Reprodução

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Na semana passada, o programa Causa Operária da Rádio Cultura AM 930 de Curitiba, em parceria com a Causa Operária TV, entrevistou Evson Malaquias, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Evson Malaquias é professor do centro de educação e administração escolar departamento escolar, há 21 anos professor titular, com doutorado em História e Doutor licenciado em ciências politicas e sociologia e professor titular da faculdade.

Ele tem sido perseguido pela direção da universidade, em um claro atentado contra o direito de liberdade de expressão e liberdade de cátedra.

“Se fala sobre várias coisas, mas o viés principal é a Democracia, e como ela pode se tornar elástica de acordo com as vontades de quem agora está estabelecido no poder, que controla vários braços, começando pelo próprio PCO que teve seu direito cerceado, e foi tirado do ar, um canal do povo para o povo foi censurado, agora o que se vê aqui nessa entrevista é uma Universidade, que é federal e portanto deveria ser totalmente libertária, mas o que podemos ver aqui, é exatamente o contrário, um professor, com mais de 20 anos de Faculdade, deveria ter seu direito de ser ouvido garantido, mas o que se segue é o contrário”, afirmou o entrevistado ao jornalista Eduardo Vasco.

“Ao defender a mudança no nome do auditório do centro de educação, que é o nome do primeiro interventor do MCP Carlos Maciel, da época da ditadura militar, começa então uma perseguição, inclusive com a Justiça (que deveria defendê-lo), a própria Justiça comete ilícitos para então o cercear e silenciá-lo. Também atinge um candidato a deputado federal, que tem seu tempo na televisão minimizado, entrevistas reeditadas, pra que o eleitor, ouça apenas mais do mesmo, e por fim acabe optando pelos nomes mais conhecidos e que controlam a informação”, completou.

Acompanhe o restante da entrevista:

Vasco: A Transmissão é feita também pela Rádio Cultura AM 930, e também pelo canal Causa Operária TV no canal reserva, já que o canal principal foi censurado a mando do STF. Você pode acessar a Causa Operaria.or.br no youtube 24h por dia, be, como o Jornalcausaoperária.com.br, e fazer a assinatura do seu jornal digital.

Vasco:
Professor, você enviou aopoio ao PCO ante a censura que o PCO sofreu, e acabou sendo atingido com a liberdade de expressao?

Prof: Lastinmavel censurar o PCO, fui um dos signatarios (…), (…) No PCO não há ameaça a sociedade brasileira (…) principio básico do próprio pensamento burgues a liberdade de expressão.

V: Você está sendo perseguido na UFPE por querer impedir a instituição de homenagear a ditadura militar?

P: Há uma mistura de temas (…) posicionamento político (…) o reitor pediu aopoio a pessoas ligadas a Bolsonaro, a familia Coelho deu aopoio ele conseguiu assumir… (…) apesar de ser de esquerda, tem uma origem aí de pessoas conservadoras, também veio uma parceria com o exército militar para a construção e uma memória do exército, houve reação e foi brecado e não seguiu adiante. Teve o caso do historiador Madaini, que era da TV Unvceritária, produziu um video sobre a pandemia e colocou o nome de Jair Bolsonaro e a reitoria pediu para titar o nome (…) ele não aceitou isso e pediu a exoneração.

No meu caso, (…) defendi mudança no nome do auditório do centro de educação, que é o nome de do primeiro interventor do MCP Carlos Maciel, (…) tornei público para o o conselho departamental (…) e criou uma certa resistência de professores (…) o meu departamento de administração escolar, chegou a encaminhar uma nota pedidno a suspensão do debate (…) o meu departamento que é defensor de Paulo Freire, a entrada do centro de educaão tem o desenho de Paulo Freire e vieram pregar censura (…) apesar de serem professores vinculados a uma certa esquerda, a prática política institucional não condiz com o nome de esquerda (…) casou com um processo de assédio que eu sofri (…)
Eu dei entrada (no processo) na Reitoria no dia 13 de dezembro, minha entrada ficou parada e no dia 27 de dezembro, (…) o meu processo ficou subordinado ao da minha chefia, que entrou com um processo contra mim, então inverteu: eu agora é que tenho que explicar o processo da minha chefia (…) o que é ilegal, porque eu dei entrada primeiro, com 14 dias de antecedência, então no mesmo dia 27 que a minha chefia deu entrada no processo, eles aceitam o dela, parece que estavam esperando o processo (…) 2 semanas após eles aceitam o dela e me colocam como: “a pensado”, ou seja: o meu está subordinado (…) a aprtir daí é ilegalidade atrás de ilegalidade, por exemplo: o proceso da minha chefia é nomeado em Janeiro e meu nome não aparece, mesmo “a pensado” e o processo não pode também ser ilegal, só vai aparecer meu propcesso em abril, 4 meses depois que eu dei entrada, e eu secundário ao dela (…) o que estamos alertando a comunidade é que se ela faz isso comigo, pode fazer a qualquer um.

Vasco: Você falou que isso dai parace uma “lava a Jato” da FPE?

P: Tá parecendo (…) os procedimentos administração que a universidade toma são bastante quistionaveis, por exemplo: até hj minha advogada não tem direito ao processo, (…) até o meu processo está restrito pra mim, isso é uma arbitrariedade, minha advogada não consegue me proteger (…), a comissãoo de sindicancia mandam e-mail com os processos que eles querem (…) as pessoas não tomam conhecimento de que existe essa petição pedindo a nulidade de todo encaminhamento da administração, são práticas extremamente autoritáias (…) esse autoritarismo universitário é generalizado (…) mesmo numa suposta democracia burguesa que tá colocada aí, o dia a dia de um auniversidade tem muito assédio, tem muita persiguição.

V: Vc tem pesquisado e escrito livros sobre a ditadura militar (…), isso lembra um pouco o qur era a intervenções da ditadura nas univewrsidades?

P: Sem dúvida (…) sem minorar a situação da ditadura, as vezes é até mais perigoso porque nós estamos num estado burocrático, então as pessoas não veem isso como arbítrio (…) lancei um livro recente sobre a prisão de Cajai em 78, vou lançar um livro agora sobre a direita, eles destruiram o movimento sindical e dutante 5 anos a direita controlou as entidades estudantis, tendo em vista as perseguições que os diretorios academicos do DCE sofreu (…)

V: Quais as consequências da comissão de sindicancia?

P: Estamos na Justiça, tivemos que recorrer a Justiça Federal, tivemos que recorrer poque o processo era ilicito desde o comneço e a justiça, não temos muito controle do que vai acontecer, por exemplo: eles já forma beneficiados, prque nós demos entrada com um mandado de segurança, eles não responderem (…) nós entramos com uma tutela de urgência, eles não responderam a tutela de urgência, perdeu prazo, o que o juiz faz, dá mais tempo (…) o que é ilegal (…) e a lei não permite isso (…) qdo perde o prazo, perde a causa (…) e não usa nem uma base legal para justificar seus atos de impedimento (…) são absurdos que termnina denegrinsdo a imagem ao UFPE, a reitoria não torna público, é exrtremamente ilegal, autoritária (…), a minha briga não é com a UFPE, é contra a administração da UFPE, contra uma prática administração ilegal (…)pra que outras pesoas nao passem o que eu estou passando.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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