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Ditadura avança

Twitter censura perfil de apoiadores do PCO

A liberdade de expressão é atacada a todo o momento

Twitter bloqueou a página de apoiadores do PCO @mpco29. – Foto: reprodução.

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Na manhã de ontem (30), os apoiadores do PCO, que organizaram as páginas MPCO (Movimento de Apoiadores do PCO) em diversas redes sócias após o bloqueio imposto pelo STF às páginas oficiais do PCO acordaram com mais uma censura. A página do Twitter @mpco29 foi notificada pela empresa norte-americana como bloqueada por violar as regras e assim proibida de postar, curtir e compartilhar qualquer conteúdo, na prática um bloqueio de qualquer nova atividade na página. A ditadura imposta pelo STF assim também se soma à censura constante que os monopólios das redes sociais impõem há tempos.

A censura nas redes sócias já é uma prática antiga, e foi amplamente denunciada pelo PCO no livro escrito por Rui Costa Pimenta e João Jorge Caproni, “A era da censura das massas”. Nele os companheiros analisara as estatísticas das redes do Partido bem como de outros meios de comunicação como o Brasil 247 e a Jovem Pan. Na prática já uma censura constante em páginas que desafiam o sistema político imposto pelo imperialismo, tanto na esquerda marxista quanto na extrema direita. Ela ocorre por meio dos algorítimos que diminuem o alcance das postagens. A Causa Operária TV no Youtube por muitos anos (até ser derrubada) foi vítima disso, o mesmo vale para o Facebook.

A censura da página do Movimento de Apoiadores ao PCO devido à postagem de uma das matérias deste diário Quem quer controlar as eleições com o texto “A burguesia imperialista, com seu golpe armado, acusa o bolsonarismo de querer controlar as eleições. No entanto, foi ela quem deu o golpe em 2016, fraudou a eleição de 2018 e colocou Bolsonaro na presidência. Tal é a democracia das instituições”. O tweet resume a ideia do artigo, em 2016 as eleições foram fraudadas na prática pois a presidenta eleita foi derrubada ilegalmente pelo Congresso Nacional. Em 2018 a fraude se deu pois Lula, o candidato mais popular do Brasil, foi removido ilegalmente das urnas por meio do TSE e do STF.

Essa e outras postagens, como a postada na página do Diário Causa Operária no Twitter “’Rei Barroso’ admite ter interferido no legislativo” foram categorizadas como “enganosas” com uma tarja de atenção com a inscrição “saiba porque especialistas em eleições afirma que os processos eleitorais no Brasil são seguros e protegidos” e “esse tweet não pode ser respondido, compartilhado e curtido”. A mensagem supostamente reconfortante do Twitter em conjunto a censura descarada escancara que de fato está sendo organizado um novo golpe nas eleições de 2022. Todos os que denunciam isso, principalmente o PCO, estão sendo alvos daqueles que são os protagonistas dessa fraude, a alta cúpula do judiciário, o STF e o seu apêndice, TSE.

Não só a página do DCO e do MPCO foram alvos de censura dos monopólios das redes sociais, diversos usuários, militantes e simpatizantes do PCO foram também bloqueados. Além do Twitter agora também o Instagram, sem falar do Facebook, rede onde a censura escancarada é uma prática muito antiga. E ficou claro que o que amplificou o controle sobre as redes foi o próprio bloqueio do STF às páginas do PCO que eram as maiores páginas das redes sociais que emitiam a posição de deúncia da fraude nas eleições. O ataque do STF ao PCO tornou as redes sociais ainda mais antidemocráticas como um todo.

Algumas das redes sociais como o Twitter, o Youtube e o Tiktok protestaram contra a decisão de bloqueio do STF, na realidade a medida em si gerou rejeição até mesmo nos principais órgãos da imprensa burguesa, como o Globo e a Folha de São Paulo. O motivo é que o fechamento das páginas de um partido político, principalmente de esquerda, ou seja, que tem relação com os movimentos populares torna pública demais o processo de censura nas redes sociais. Os métodos tradicionais de bloquear certas postagens e certas páginas menores quando elas realizam essas postagens foram tratorados pelo bloqueio total imposto pelo STF. O que tem que ficar claro é que a posição dos monopólios da internet não é de ser contra a censura em oposição ao STF, a favor. Os monopólios defendem a censura controlada para que a vítima não ganhe holofotes e acabe crescendo, algo que tende a acontecer com o PCO.

O que deixa isso ainda mais claro é que se aproveitando do clima de censura criado pelo STF as redes sociais passaram a atacar ainda mais as redes ligadas ao PCO. Na prática o bloqueio imposto ao MPCO é um bloqueio permanente, ou ao menos até o fim das eleições, visto que posts de uma página de apoio a um partido político em um ano eleitoral evidentemente serão relacionados com o processo eleitoral em si. O tratamento diferenciado da página do MPCO e do DCO também revela a política dos monopólios, esmagar os pequenos e controlar os grandes.

O Brasil é um dos países mais importantes do planeta, um país em uma profunda crise política e com uma chance real de uma liderança da esquerda nacionalista, o ex presidente Lula, voltar ao governo. A vitória de Lula seria um desastre enorme para o imperialismo, seria mais uma vitória dos países atrasados, que como se viu com o caso do Afeganistão em 2021 e com o caso da Rússia em 2022 estão se aproveitando da crise e partindo para a ofensiva. Isso transforma o processo eleitoral brasileiro e um dos fatos políticos mais importantes de 2022.

O imperialismo, que derrubou Dilma em 2016 e que fraudou as eleições em 2018 prendendo ilegalmente Lula não deixará as eleições de 2022 serem vencidas pela esquerda. É um dever de todos os setores que luta contra os golpistas denunciar a nova fraude gigantesca que se prepara para as eleições de 2022. Os monopólios das redes sociais pode controlar em parte a internet mas a campanha contra a ditadura do STF e por Lula presidente seguirá todos os dias nas ruas por meio da militância do PCO e dos Comitês de Luta.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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