Segundo levantamento publicado pelo G1, o PCO, de todos os partidos, é o que mais possui candidaturas de pessoas que não possuem patrimônio. Seriam 73% os candidatos do partido nessa categoria. É um panorama em total oposição ao Partido Novo, que é formado por empresários e pessoas que são no mínimo da classe média acima e 27% dos candidatos são milionários.
Esses dados evidenciam que o PCO é um partido formado por operários, por pessoas comuns, por trabalhadores, da cidade e do campo. Nossos candidatos são em sua maioria originários da base social composta por pessoas que fazem o trabalho árduo de produzir o que a totalidade da população precisa para a sua sobrevivência. São pessoas do povo trabalhador.
O Partido da Causa Operária, como já é bem conhecido, é um partido revolucionário comunista. Não tem relações com a burguesia. Seus candidatos não são burgueses, não são carreiristas buscando uma “boquinha” na máquina pública e uma boa vida de privilégios para si e para seus “chegados” às custas do erário. Eles buscam a organização da classe operária, a difusão das ideias revolucionárias e da revolução socialista.
Em geral são pessoas simples dos movimentos sociais que buscam uma atuação mais combativa em prol dos interesses das classes mais pobres. São pessoas de posições políticas sólidas, lutadores moldados na dureza da vida cotidiana de trabalhadores explorados que pertencem aos mais variados seguimentos da classe operária. São trabalhadores do povo como Lourdes Melo, professora da rede estadual que recentemente se destacou nas redes sociais após sua atuação num debate na rede de TV de seu estado. Ou o companheiro Magno Souza, lavrador e líder indígena da tribo Guarani que vem sofrendo com a violência dos latifundiários, seus capangas armados e também da polícia local que quer expulsar seu povo de suas terras.
Dentre os candidatos há também pedreiro, motorista de aplicativo, diarista, auxiliar de escritório e pessoas das mais variadas profissões. E, exatamente devido a composição de sua base e sua mensagem revolucionaria, o PCO sempre sofreu as arbitrariedades do TSE e da imprensa burguesa nas eleições. Em toda eleição, se tentou evitar que nosso partido possa divulgar a sua ideologia marxista. Não nos é dado espaço em debates, entrevistas ou programas eleitorais nas TVs ou rádios. Sempre foi assim. Além disso tudo, ainda há coisas como o caso da perseguição política à professora Carmem Hannud, que foi demitida após ter registrada a sua candidatura ao governo do estado do Tocantins.
Mas, diante de tudo isso, para um partido operário que prega a revolução socialista, as eleições servem unicamente para divulgação da sua mensagem e da sua posição política ao máximo possível. E nossos candidatos expressam esse exato posicionamento. São trabalhadores comuns cuja consciência política os leva no caminho da luta por uma sociedade onde impere a verdadeira igualdade social e onde o controle dessa sociedade esteja nas mãos de quem realmente trabalha e produz. Ou seja, a imensa maioria da população.
Esses números divulgados revelam com clareza o perfil do Partido da Causa Operária e sua luta de décadas: um partido composto por trabalhadores que vêm na luta revolucionária por uma sociedade socialista uma saída contra a exploração e o sofrimento do povo. O interesse real do nosso partido e nossos candidatos, desde a sua origem, está centrado no interesse coletivo e não no interesse individual, como é o caso dos integrantes dos partidos burgueses. E a força e o crescimento do PCO está justamente na autenticidade, na coesão e no reconhecimento de sua atuação política.





