Corte criminoso no INSS ameaça pedidos de aposentadoria

Rui Costa Pimenta explica

Khrushchev, Brejnev e Gorbatchov eram 100% stalinistas

Stalinismo não é uma ideologia, é um fenômeno politico, que seguiu mesmo após a morte de Stalin até o fim da União Soviética

Aula da última Universidade Marxista – Arquivo DCO.

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Do fim da Segunda Guerra Mundial até a queda da União Soviética, vamos entender os principais acontecimentos políticos da segunda metade do século XX, através de uma análise marxista. Na primeira parte do curso “O que é stalinismo: uma análise marxista” – no início do primeiro semestre deste ano – vimos que Stálin se aliou à burguesia dita democrática, traiu revoluções, como a da China, depois se aliou ao próprio nazismo e na sequência conseguiu deixar que URSS fosse invadida por Hitler. Entre tantas outras medidas quase inacreditáveis, que revelaram que Stálin era um verdadeiro “organizador de derrotas” e o grande salvador do capitalismo.

Na segunda parte do curso “O que foi o stalinismo, parte 2” vamos ver que o stalinismo não é uma ideologia, não é algo que só ocorreu durante o governo do Stálin: o stalinismo é um fenômeno político que tem esse nome porque foi iniciado com a chegada de Stálin ao poder, mas que permaneceu mesmo após a morte de Stálin e durou até o último dia de existência da URSS, porque se trata de uma forma política que assumiu o Estado Operário soviético, degenerado, desfigurado, no qual a máquina burocrática reacionária dominou o partido e o Estado soviético para atender aos interesses da casta minoritária, reproduzindo ─ mesmo que em menores ou maiores proporções ─ a política do Stálin de conciliação do Stálin com o imperialismo, a repressão do Estado contra os trabalhadores, o abandono de qualquer perspectiva revolucionária, o controle sobre os partidos comunistas e governos de outros países etc.

Isso é o stalinismo, mesmo que os líderes soviéticos após Stálin tenham criticado e mesmo condenado a figura do Stálin, na verdade seguiram a mesma política iniciada por ele. É a mesma coisa que Bolsonaro, por exemplo, criticando e atacando o governo Temer: na verdade, Bolsonaro não gosta de Temer nem Temer gosta de Bolsonaro, mas ambos seguem essencialmente a mesma política golpista contra o povo. O stalinismo, em resumo, é a burocracia soviética, desde a ascensão de Stálin ao poder, até o fim do governo Gorbatchov. Por isso todos eles são stalinistas.

Diferente da propaganda que se faz dele, o stalinismo não foi uma continuação do marxismo e do seu legado, mas sim a revisão e desmoralização deste, que foi apresentado para várias gerações do século XX e XXI como um sinônimo do marxismo, do socialismo e do comunismo. Muito pelo contrário, não há nada de revolucionário no stalinismo. Inclusive milhares de lideranças verdadeiramente revolucionarias, bolcheviques, foram perseguidas e assassinadas por Stálin e seus sucessores. Trótski é um exemplo disso.

Os dois cursos – o que já foi ministrado e o que se iniciará no próximo dia 26 – estão disponíveis para assistir e se inscrever na plataforma da Universidade Marxista do PCO. Basta acessar, selecionar o curso, fazer o pagamento do referido curso e ficar aposto, para que na próxima terça-feira a partir das 18h possa assistir, o maior e melhor conteúdo sobre o tema já visto no Brasil e talvez até mesmo no mundo. São 10 aulas de aproximadamente 3 horas cada, ministradas por Rui Costa Pimenta. Revolução Cubana, Coreana, Vietnã, a história do PCB e muitos outros episódios fundamentais do século XX farão parte do próximo curso.

Nós vamos ver o final da era Stalin, até a morte dele, nós vamos ver a situação da União Soviética com o Khrushchev e o Brejnev. Nós vamos ver uma coisa muito importante que são o desenvolvimento dos países do leste europeu, a luta da classe operária contra o stalinismo nesses países que é em geral colocada em segundo plano, mais é muito importante. E assuntos de politica internacional, como por exemplo, guerra fria, a guerra da Coréia, a questão da China, o Afeganistão, até o colapso da União Soviética.  – Rui Costa Pimenta.

A formação politica dos militantes de esquerda é preocupação constante do Partido da Causa Operária, por isso temos vários cursos e Escolas Marxistas ao longo de todos os anos.  A plataforma virtual da Universidade Marxista, além da Sala de Aula Socialista, onde ocorrem as aulas e posteriormente ficam disponíveis as gravações, o aluno tem acesso à Enciclopédia Marxista e à Biblioteca Socialista, onde estão disponíveis verbetes históricos, termos e conceitos importantes no marxismo, lugares e personagens históricos. É possível também acessar diversos textos e documentos para aprofundar os estudos.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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