“Não adianta culpar o povo”, diz Rui Pimenta

História do Brasil

“1° vez que tenho a oportunidade de saber nossa história a fundo”

Veja a opinião dos participantes sobre o curso de história do Brasil da Universidade Marxista

Trecho da aula do curso – Foto: Reprodução

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No dia 26 de julho foi iniciado o segundo módulo do curso “Uma análise marxista de 500 anos de História do Brasil”, a segunda de quatro partes de um riquíssimo curso sobre a história do nosso país. Este módulo trata do “Império Tropical”.

Com mais de 30 horas de aulas por módulo, o curso é ministrado pelo companheiro Rui Costa Pimenta e ocorre todas as terças-feiras, às 18h30, na plataforma da Universidade Marxista. Nesta também é possível acessar um acervo de verbetes e textos para melhor compreensão dos temas a serem abordados durante as aulas.

O curso foi e ainda está sendo formado com base no estudo de dezenas de pessoas, que discutem por horas a fio os temas propostos para que os acontecimentos no Brasil sejam analisados de uma visão marxista e que de fato corresponda com a nossa história, sem o filtro direitista e, ao mesmo tempo, sem as fantasias da esquerda pequeno-burguesa ─ todos influenciados profundamente pela propaganda imperialista contra o Brasil.

Acesse aqui o sítio da Universidade marxista

Durante as aulas é possível fazer perguntas sobre o tema diretamente para o companheiro Rui. O curso pode ser acompanhado por meio da plataforma online ou presencialmente, em São Paulo, na Rua Serranos, n° 90.

Para se inscrever, basta acessar o sítio e adquirir o módulo desejado na aba “loja de cursos”. O valor de um módulo é R$150,00, ao passo de que, ao adquirir mais de um módulo de uma vez, um desconto é aplicado; por exemplo, em vez de R$300,00, o valor de dois módulos comprados juntos sai por R$270,00 — já os 4 módulos juntos saem por R$480,00!

É dificílimo encontrar um curso com tamanha qualidade e por um valor tão baixo. Veja a seguir a opinião dos camaradas que participaram do 1° e agora participam do 2° módulo do curso:

Felipe Gonçalves, de São Paulo:

“O curso tem me mostrado a história do Brasil sob uma nova perspectiva, mostrando algumas incoerências que são repetidas em salas de aula e na mídia hegemônica, ao mesmo tempo que apresenta uma análise muito embasada sobre os símbolos nacionais, o porquê dos acontecimentos terem sido como foram e quem realmente está de qual lado da história. Ele é um compilado de cursos dentro de um curso só, que me permite entender melhor o passado do meu país e o contexto do Brasil que vivemos no dia de hoje.”

Arthur Cesconetto, de Santa Catarina:

“O curso está sendo muito bom, é a primeira vez que tenho a oportunidade de conhecer a fundo a história brasileira.”, afirmou Arthur, estudante da UFSC. “Além de uma análise marxista, algo único em relação a todo debate sobre a história nacional, o curso é rico em detalhes, abordando os mais diversos acontecimentos da história nacional. O que tenho achado mais interessante até o momento é em conhecer uma outra história nacional, muito diferente do pouco que aprendemos na escola e por meio da imprensa burguesa, saber da luta do povo brasileiro e da verdadeira importância de nosso país.”

Pedro Burlamaqui, do Distrito Federal:

“Estou muito animado para o segundo módulo do curso. Aqueles que acompanharam o primeiro sabem o aprendizado que foi. O Rui sabe contar a história do Brasil de uma maneira muito envolvente, deixa qualquer um animado para entender de fato o que ocorreu em nosso País. Sem contar no espaço para perguntas, que te dá uma ponte diretamente até o companheiro Rui. Sem sombra de dúvidas, as próximas aulas serão, também, sensacionais.”

Heinrick Aguiar, do Rio de Janeiro:

“Na minha opinião, o curso de História do Brasil da Universidade Marxista cumpre um papel crucial na esquerda brasileira. Em um momento em que a esquerda pequeno-burguesa e a direita identitária atacam nosso país atacando nossa história –  por exemplo, é comum ver, nos ciclos de faculdade, os histéricos dizendo que a história do Brasil foi fruto de estupro, que os portugueses vieram para dizimar os índios, que a história do Brasil sempre foi parada, entre outros absurdos –, é preciso mostrar a posição do marxismo sobre tudo isso.”, afirmou Heinrick, integrante da Aliança da Juventude Revolucionária.

“É preciso barrar esses ataques ao país que têm como objetivo fazer o povo ter vergonha de ser brasileiro. Parte da luta revolucionária é a luta pelas reivindicações democráticas, e a defesa do país atrasado faz parte desta luta. O curso tem mostrado o papel progressista de Portugal na história, os complexos movimentos dos brasileiros contra as invasões holandesas e, posteriormente, a luta pela independência do país. O curso está apenas no Segundo Módulo, mas já tem jogado na lata de lixo a falsa concepção de que o povo brasileiro assistiu a sua história de maneira passiva; ao contrário, foi uma história de constante luta que ergueu um país gigante, tanto territorialmente, quanto do ponto de vista populacional, um dos maiores entre os países atrasados e uma verdadeira pedra no sapato do imperialismo.”

Julia Scalvenzi, do Rio Grande do Sul:

“Um dos diferenciais deste curso é o modo que ele apresenta a história sob um ponto de vista marxista. Além disso, o contexto apresentado é muito importante — é difícil encontrar uma explicação que relacione a nossa história com outros acontecimentos mundiais, como por exemplo a Revolução Francesa, que foi apresentada na primeira aula do segundo módulo. Esse contexto é fundamental para entendermos as coisas e efeitos da história do nosso país e tornar as aulas muito mais ricas.”

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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