Funcionário e seus patrões

Zelensky é aplaudido de pé pelos banqueiros e picaretas em Davos

Aplaudido de pé pelos vampiros criminosos, capitalistas, banqueiros, políticos que criaram o conflito ao financiar nazistas e o golpe de 2014

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Zelensky fala em Davos direto de seu esconderijo – AFP

O presidente fascista da Ucrânia, Vladimir Zelenski, discursou nesta segunda-feira (23), durante 30 minutos por transmissão ao vivo  para o Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suiça). Respondendo perfuntas do fundador do Fórum, o economista ligado aos banqueiros imperialistas, Klaus Schwab, o golpista teve uma plateia lotada de grandes executivos, representantes de governos, acadêmicos e integrantes do terceiro setor que o ovacionou por mais de dois minutos de pé.

Um circo dos horrores!

O ex-palhaço ucraniano, que hoje foge do conflito que ele mesmo criou e se esconde de baixo da cama como um covarde, comparou cinicamente na na live o momento atual àqueles que, em 1914 e 1938, levaram, respectivamente, à Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Praticamente implorando aos participantes a pressionarem governos e empresas de seus países a redobrar as sanções contra o povo russo que esta apenas se defendendo do avanço da OTAN e dos EUA – que armaram nazistas em todo o território em torno do gigante país.

O mesmo homem – se é que podemos chamar este indivíduo de homem -, que armou e organizou milícias nazistas, dentro de todo o exército, incentivando fascistas dentro do aparato estatal, da polícia (como comprovado por diversos órgãos progressistas mundiais), desenvolveu laboratórios de armas quimicas junto a Biden dentro de seu país, agora chora aos capitalistas mundiais como um cachorro que caiu da mudança: “Esse é o ponto de virada. Não esperem até que a Rússia use suas armas especiais, suas armas químicas ou mesmo nucleares”, disse. “Não deixem que a Rússia pense que não haverá reação. Suspendam os negócios com petróleo russo. Bloqueiem todos os bancos russos. Cortem todo o comércio com a Rússia. Temos que criar esse precedente”, suplicou o criminosos de guerra.

Pretendendo um bloqueio mundial como o imperialismo fez em Cuba e Venezuela para matar os povos de fome, Zelensky ofereceu incentivos àquelas que deixarem a Rússia para se instalarem na Ucrânia. Isso, é claro, se a Rússia depois de tudo isso, unida aos povos libertados que criam hoje as Repúblicas Separatistas, pretendessem abandonar os territórios de volta para as mãos desses fascistas. Um delírio total de um líder sem povo, sem terras, sem exército e desesperado.

Ele também propôs que governos e empresas assumissem o patrocínio da reconstrução de cidades ou setores econômicos de seu país na conferência de julho, onde entrariam os grandes capitalistas que hoje financiam a guerra. Chamaando atenção ainda para o bloqueio de portos, supostos saques da produção de grãos (pelo próprio povo que morre de fome) e para o deslocamento de ucranianos que abandonaram suas casas (por culpa do próprio exército ucraniano que atirava nas casas, cresches, usando civis com escudo humanos e etc).

Para finalizar, o ucraniano voltou a pedir o envio de mais armas (mesmo todo o imperialismo já ter armado até os dentes estes fascistas) a Kiev e criticou a demora dos países ocidentais. “Se tivéssemos recebido 100% de nossas necessidades em fevereiro, dezenas de milhares de vidas teriam sido salvas”, afirmou. “É por isso que precisamos de todas as armas que pedimos, não apenas as que nos são dadas.”

Os Estados Unidos e outros países imperialistas tomaram uma série de medidas para bloquear parcialmente os russos da economia global, com reverberações políticas e econômicas pelo planeta, sobretudo na inflação.

Na base do Fórum está o financiamento de 1000 empresas-membros com receita anual de pelo menos cinco bilhões de dólares, variando de acordo com a região do mundo e o tipo de atividade econômica, de modo que haja diversificação geográfica, produtiva e financeira.

O governo da Suíça anunciou ainda durante o encontro que promoverá uma conferência para a reconstrução da Ucrânia na cidade de Locarno, em julho.

Como se Putin, os povos russos dentro da Ucrânia e os povos separatistas fossem permitir!

Aqui vale fazer um adendo mais específico sobre quem são os economistas, capitalistas, lobistas e golpistas imperialistas que compõe este Fórum, bem como falar sobre a última participação de Putin neste evento e sobre a própria Suíça.

Vamos começar pela participação de Putin, entre os dias 25 e 29 de janeiro de 2021, no contexto da pandemia, com o intuito de escancarar quem são estes “vermes” capitalistas com quem o presidente russo debateu.

Em seu discurso de abertura, ele cita o fundador sangue-suga do Fórum, explicando também as aflições contra o avanço imperialista e muito mais:

“Klaus acabou de mencionar minha conversa ontem com o Presidente dos Estados Unidos e a extensão do Tratado de Limitação de Armas Estratégicas. Este é definitivamente um passo na direção certa. No entanto, as contradições estão se multiplicando. Como você sabe, a incapacidade e falta de vontade de resolver esses problemas em essência no século XX se transformou em uma catástrofe da Segunda Guerra Mundial.

Claro, agora, esse conflito global “quente”, espero, é basicamente impossível. Eu realmente espero por isso. Isso significaria o fim da civilização.”

O russo, mesmo vendo todo os dias a OTAN armando os nazistas ucranianos, enviando dinheiro, recebendo informações da sua inteligência de que os EUA organizavam laboratórios quimicos, e etc…tentava uma conciliação. Este ponto é importante para demonstrar duas coisas: a primeira que é uma farsa do imperialismo que diz que a guerra culpa de Putin, sendo que, o mesmo, há um ano atrás, em meio a uma pandemia munndial, tentava conversar; segundo que, enquanto o Partido Democrata, a OTAN armavam um massacre contra os separatistas, a política da direita nacionalista russa, ainda sim era conciliadora, e o que afirma o acerto do PCO nas analises internacionais sobre o nacionalismo versos o imperialismo.

Sobre a Suiça e os espectadores parasitas da platéia, está claro que assumiram inequivocamente o lado ucraniano, excluindo os russos, por anos financiadores importantes de programas da entidade. A tradicional Casa da Rússia, que promove negócios no país, foi substituída pela “Casa dos Crimes de Guerra da Rússia”, um cinismo absoluto agora desmascarado pelos enviados especiais do PCO em Lugansk.

Com a desculpa de sempre, ajuda humanitária, o Conselho Federal (governo) da Suíça, decidiu enviar 80 milhões de francos suíços (US$ 86 milhões) para ajuda à Ucrânia.

“Em resposta à crise dos refugiados, o Conselho Federal, em sua reunião de 11 de março, decidiu aumentar a assistência humanitária à Ucrânia para um total de 80 milhões de francos suíços. É um momento difícil”, disse o governo em comunicado.

O dinheiro direcionado para o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, agências da ONU, organizações não governamentais internacionais e locais e projetos implementados pela Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação na Ucrânia, demonstra quais os interesses dos donos da guerra.

Sobre a relação entre os capitalistas internacionais e as ONG’s, estas cumprem um papel fundamental nos golpes de Estado, e, aqui a Suiça tem sua importância. É preciso denunciar este Fórum pois são os organizadores das guerras contra a Venezuela, Síria, Oriente Médio, Iêmen, na África, uma verdadeira quarilha internacional para roubar nações inteiras.

E esta relação vem de longo prazo, pois, como denunciado neste diário, os serviços secretos dos Estados Unidos e da Alemanha (CIA e BND respectivamente) tiveram acesso a documentos e comunicação confidencial de mais de 120 países desde 1970 através da companhia suiça Crypto AG, fornecedora de equipamentos de encriptação de dados, desde dispositivos mecânicos a softwares. Informações detalhadas, por exemplo, sobre as ações das ditaduras militares latino americanas (o Brasil e demais países da América Latina submetidos ao imperialismo eram clientes da empresa), que auxiliaram a Inglaterra com informações sobre os militares argentinos na Guerra das Malvinas, entre uma série de outros eventos, entre os quais, a crise dos reféns na Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, capital iraniana.

Olaf Scholz, primeiro-ministro da Alemanha, é um dos funcionários do imperialismo europeu, ex-ministro das financas de Merkel emum dos governos mais direitistas do país. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, seguindo ordens dos donos do petróleo mundial, apresentou ao parlamento dia 4 de maio de 2022 novas propostas de sanções da UE (União Europeia) contra a Rússia. O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, enquanto líder desta organização fascistas não precisa de mais apresentações. O enviado climático dos EUA, John Kerry, foi candidato nas eleições de 2004 contra Bush (filho), mas antes serviu na guerra do Vietnã e sempre teve ligações intimas com a CIA e sociedades secretas dos EUA que são a base dos massacres mundiais e do imperialismo. A presidente do Banco Central Europeu (BCE) – uma vampira internacional -, Christine Lagarde, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, estão entre os crápulas de destaque que aplaudiram Zelensky.

Em suma, a contrarrevolução preventiva nunca foi tão escancarada.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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