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Lua de fel

Refugiados nazistas ucranianos “mostram a cara” na Europa

Nunca se viu tamanha boa vontade em acolher refugiados quanto se vê com os ucranianos.

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Os países europeus recebem refugiados ucranianos, mas não os do Oriente Médio e da África – Reprodução

Pouquíssimo tempo depois que os britânicos passaram a receber refugiados ucranianos em suas casas, já estão colocando-os para fora. 

No dia 14 de março de 2022, o governo britânico lançou uma campanha para os cidadãos ingleses se inscreverem para receber e acolher refugiados ucranianos. O Reino Unido já estava sendo alvo de críticas de outros países europeus pela demora em oferecer esse tipo de ajuda. 

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A regra é acolher os refugiados por seis meses, recebendo 350 libras, o que equivale a 418 euros, mensalmente. Os anfitriões também devem ser verificados quanto a antecedentes criminais pelo Serviço de Divulgação e Restrição – DBS. Já os ucranianos terão direito a obter um visto, viver e trabalhar no Reino Unido por até três anos, também recebendo benefícios sociais. 

Desde que os ucranianos resolveram fugir do seu país, devido às operações especiais da Rússia com objetivo de tirar a Ucrânia das mãos dos nazistas, centenas de milhares de europeus abriram suas portas para acolhê-los. O argumento para toda essa generosidade é de que os ucranianos estão passando necessidades. Assim como o Reino Unido, a Polónia também está recebendo os ucranianos e o governo oferece aos anfitriões 40 zloty, ou seja, 9 dólares por dia para cada refugiado que receberem, pelo período de até dois meses. 

Importante salientar que a União Europeia concedeu por unanimidade proteção temporária aos refugiados ucranianos, inclusive determinando que eles tenham direito a moradia, acesso ao mercado de trabalho, assistência médica e educação infantil por pelo menos um ano. É muita bondade. 

Uma questão importante a ser levantada é que nunca se viu tamanha bondade com outros refugiados, como os sírios, africanos, etc. Nos anos de 2015 e 2016, um milhão de refugiados do oriente médio que procuraram abrigo nos países europeus, não receberam esse acolhimento, pelo contrário, a situação levou a uma escalada de políticas anti-imigração na União Europeia. Grande parte destes refugiados foram para a Turquia, que não faz parte da União Europeia, pois dali teriam como melhor se deslocar, essa movimentação acabou dando em um acordo entre a Turquia e a união europeia de que “imigrantes irregulares” que tentassem entrar pela Grécia pela fronteira da Turquia, são mandados de volta ao país. 

O que será que os ucranianos têm de tão especial?

Hora, são nazistas. Apesar da imprensa imperialista tentar esconder, inclusive acusando os cidadãos ingleses de maus anfitriões, de estarem jogando na rua os pobres ucranianos, como se pode ver nesta matéria do The Guardian, a verdade é que as pessoas estão se deparando com a seguinte situação: estão recebendo, abrigando pessoas de ideologia de extrema direita, nazistas.  

Mesmo tentando esconder isso, a matéria deixa uma pista. É citada várias vezes que os anfitriões eram bem intencionados, mas que se depararam com problemas que ninguém avaliou antes de se inscrever, e citam entre eles “custos, choques de personalidade e culturais, anfitriões que não definem as regras da casa, mal-entendidos e problemas de comunicação.  

Um caso citado é de uma mulher que os anfitriões colocaram para fora porque ela estaria mentindo: A mulher fugiu de seu apartamento no 22º andar em Kiev para a Espanha, mas achou difícil encontrar trabalho. Ela conheceu seus anfitriões do Reino Unido, um casal de Exeter, no Facebook, que providenciaram seus voos e documentação. No início, ela disse, todos se deram bem e ela se sentiu “amada e cuidada”. Mas a dinâmica deles mudou drasticamente quando ela foi visitar um homem que conheceu online. Seus anfitriões a acusaram de mentir.”

Antes dessa questão no Reino Unido aparecer, já circulava pelo twitter, relatos de anfitriões alemães que acreditavam estar recebendo pessoas desamparadas e sofredoras, e se depararam com pessoas cheias de ódio pelos Russos, que não aceitam os tradutores russos, pessoas sem interesse em aprender a língua alemã, sem interesse em trabalhar e não entendendo não ter um tratamento VIP. Inclusive de mulheres que foram procurar marido que as sustente. Uma ideologia bem “sou um ariano, sou um ser superior”. 

Os ucranianos estão mostrando a cara e a lua de mel com os europeus acabou. 

Para saber mais sobre as operações especiais na Ucrânia, sobre a Rússia, Donbass, acompanhe o  Internacionalismo

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