O imperialismo está a cada dia se desmoralizando e sendo desmascarado. Em 2003 os americanos justificaram a criminosa invasão do Iraque dizendo que o país presidido por Saddan Houssein tinha um arsenal de armas químicas, mas todos sabiam que não era verdade e ficou provado que os iraquianos não tinham.
Assim como na Alemanha Nazista, os Estados Unidos, a OTAN e demais potências imperialistas implantaram na Ucrânia instalações de desenvolvimento nuclear para produção de armas biológicas a serem usadas contra a Rússia ou acusá-la de ter usado.
Nesta quinta-feira, 10 de março, em reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), a Rússia, através de seu embaixador, acusou a Ucrânia de produzir essas armas e a imprensa burguesa, capacho do imperialismo que vive 24 horas por dia atacando Putin e linchando a Rússia, vergonhosamente se calou, assim como a omissa e inerte ONU.
Convocado por Moscou, o encontro do Conselho de Segurança foi tenso e marcado por acusações. Segundo Vasily Nebenzya, embaixador russo na ONU, pássaros e morcegos poderiam ser utilizados para espalhar patógenos. Os Estados Unidos estariam ajudando a Ucrânia no desenvolvimento dessas armas biológicas ilegais, denunciou Moscou.
No último dia 08 de março, no comitê de Relações Exteriores do Senado, a subsecretária de Estado dos EUA, Victoria Nuland, já havia confirmado essas denúncias da Rússia ao dizer que Washington estava envolvido no plano de evitar que os russos acessassem os laboratórios da Ucrânia.
“A Ucrânia tem instalações de pesquisa biológica, com as quais, de fato, estamos bastante preocupados […] Tropas russas, forças russas podem estar tentando ganhar o controle”, disse Nuland, que revelou ainda que “Estamos trabalhando com os ucranianos em como eles podem impedir que qualquer um desses materiais de pesquisa caia nas mãos das forças russas caso se aproximem” .
Militares russos denunciaram também que as autoridades ucranianas estavam destruindo os materiais químicos produzidos com ajuda americana para não deixar rastros deste crime que, inclusive, viola a Convenção de Armas Biológicas. Entre os materiais, segundo o tenente-general Igor Kirilov, estava o antraz. Ou seja, fica cada vez mais claro que a operação militar russa no país é justa e necessária. Em meio a toda essa farsa, o próximo passo dos imperialistas, de forma cínica e mentirosa, será o de acusar a Rússia de utilização de armas químicas que eles mesmos fabricaram.
Segundo uma fonte familiar da Sputnik, site censurado na maioria dos países pelo imperialismo e que denuncia os crimes realizados pelos EUA:
“Nos últimos anos, a Ucrânia intensificou a sua exploração geológica das camadas profundas no território de minas de urânio existentes, bem como o desenvolvimento de potenciais depósitos de urânio, particularmente nas regiões de Nikolaev, Dnepropetrovsk e Kirovograd.”
Além disso, a fonte da Sputnik disse que a Ucrânia recebe também plutônio dos EUA. Kiev estava trabalhando ainda num projeto de entrega de armas nucleares.
O presidente fantoche da Ucrânia, Vladimir Zelensky, na 56ª Conferência de Segurança, na Alemanha, ocorrida em 19 de fevereiro; ameaçara revisar o estatuto não nuclear do país e, por isso, não fora rechaçado, já que a ameaça dele colocava em risco o Memorando de Budapeste sobre Garantias e Segurança em relação ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, um acordo político assinado em 1994 por Ucrânia, Rússia, Reino Unido e EUA que, agora, é quebrado pelo imperialismo em prol de seus próprios interesses.
Enquanto fica claro que os criminosos no cenário geopolítico mundial são a OTAN, os EUA e seus aliados imperialistas, responsáveis hoje pela emigração de cerca de 2,5 milhões de pessoas segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados, nessa sexta-feira (11), Joe Biden avançou mais uma vez contra a Rússia e anunciou novas sanções contra o país. Sob coação, estas sanções serão assumidas também pelo G7, que inclui Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido.
“Vamos tomar medidas para negar o status de ‘nação mais favorecida’, que significa que dois países concordam em fazer negócios entre eles nos melhores termos possíveis, com menos barreiras e com mais comércio, maior volume de importações. Quando a Rússia perder esse tipo de status, ficará mais difícil fazer negócio com os Estados Unidos e também com outros países que representam a metade da economia global”, ameaçou Biden, que além disso prometeu impedir que os russos liderem “instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e outras”.
Toda solidariedade à Rússia para acabar com as instalações militares ucranianas e os nazistas que apoiam o governo Zelenky. Nessa guerra de autodefesa, a Rússia representa e simboliza, independentemente de Vladimir Putin ser conservador, direitista ou não, todos os povos oprimidos do globo contra as guerras do imperialismo, que já prevê desestabilizar outros países que desejam assegurar sua própria soberania.




