Sob a tortura israelense

Ativista palestina denuncia tortura durante detenção israelense

O grupo de direitos humanos AJ+ divulgou um vídeo onde Ghosh explica como, durante sua detenção, os guardas prisionais israelenses a torturaram de várias maneiras

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Manifestantes exigindo a libertação de Mays Abu Ghosh – Reprodução

A ativista palestina Mays Abu Ghosh revelou como funcionam as prisões israelenses e denunciou as torturas que recebeu dos guardas enquanto esteve detida. Ghosh também alertou para a terrível situação de mulheres e crianças em centros desse regime.

Nesta segunda-feira, 14, o grupo de direitos humanos AJ+ divulgou um vídeo onde Ghosh explica como, durante sua detenção, os guardas prisionais israelenses a torturaram de várias maneiras.

“Passei três dias sob investigação militar, que incluiu tortura psicológica e física”, disse Ghosh, acrescentando posteriormente que os policiais israelenses cobriram seus olhos com uma bandagem preta e a impediram de dormir. Além disso, Ghosh afirmou que durante os interrogatórios, os inspetores israelenses falaram deliberadamente com ela em voz baixa até que ela adormecesse e depois a esbofetearam. “Eu bati muito em você no lado esquerdo. O que você acha se eu fizer isso do lado certo agora?” Diziam os guardas. A ativista ainda relatou que os guardas israelenses a forçaram a se agachar por horas e ficaram a vê-la sofre. Os guardas impunham uma jornada de torturas intensa à ativista, atormentando-a dizendo “ou você ficará paralisada ou acabará em um hospital psiquiátrico”.

Após ter passado 15 meses em prisões israelenses, Ghosh, de 23 anos, foi libertada no mesmo dia. Em agosto de 2019, ela foi presa por seu ativismo político na universidade. Segundo vários órgãos, como a Comissão de Assuntos de Prisioneiros e a Sociedade de Prisioneiros Palestinos (PPS), entre outros, somente em outubro 446 palestinos forma presos pelo regime israelense, sendo 63 menores de idade e 16 são mulheres. Embora vários grupos de direitos humanos tenhan alertado sobre a brutalidade do regime israelense contra os prisioneiros palestinos, especialmente mulheres e menores, no que se sabe é que não houve qualquer mudança e os presos continuam a sofrer nas mãos do regime de características fascistas de Israel.

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