Sanções Assassinas

Cuba questiona práticas coloniais e intervenções imperialistas

Imperialismo não conhece solidariedade

Até quando? – Reprodução

Redação do DCO

─ Prensa Latina ─ Em seu discurso no plenário da UIP, Yolanda Ferrer, presidente da Comissão de Relações Internacionais da Assembleia Nacional de Cuba, observou que “a democracia será muito frágil na maioria das nações do Terceiro Mundo enquanto houver práticas coloniais e de ingerência”.

A deputada da ilha apontou a exclusão, a corrupção, o esquecimento dos compromissos eleitorais e o abuso de poder, como flagelos que reduzem a confiança do povo nos sistemas políticos, nos quais, entretanto, “a democracia, praticamente ausente nos fatos, domina os discursos”.

Ao aprofundar-se no assunto, argumentou que essas limitações eram evidentes nos efeitos da pandemia, “pois o acesso universal à saúde é uma quimera para amplos setores da população, o que infelizmente não é a única exclusão, mas uma das muitas violações dos direitos humanos que contribuem para o descrédito da democracia (…)”.

Ferrer apontou a necessidade de erradicar os altos índices de injustiça social que muitas vezes são ignorados e tolerados pelo modelo atual em grande parte do planeta. “Também requer uma maior presença de jovens, mulheres e outros grupos sociais pouco representados nos parlamentos”, afirmou.

A parlamentar aproveitou para comentar que há quase três décadas a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que exige o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos ao povo cubano.

“Ignorando essa determinação, as duas últimas administrações dos Estados Unidos o intensificaram com 243 medidas, 60 delas aplicadas durante a pandemia”, enfatizou.

Destacou que a extraterritorialidade do bloqueio aplicado a Cuba, a essência colonialista e mesmo escravista da Lei Helms Burton, e a colocação de Cuba nas listas ilegais e unilaterais estabelecidas pelos Estados Unidos “têm o propósito de dobrar a vontade do povo cubano como consequência das deficiências e dos sofrimentos que lhe são impostos”.

“Não conseguiram isso em 63 anos e não vão conseguir”, sentenciou ela em seguida.

Nesse sentido, a legisladora cubana destacou que a maior das Antilhas controlou a pandemia, enquanto 56 brigadas médicas cubanas deram solidariedade a mais de 40 países.

“Até agora, 80,9% dos cubanos a partir de dois anos foram imunizados com três doses de vacinas de produção nacional, fruto do desenvolvimento científico do país”, acrescentou.

Ferrer sublinhou ainda que a ingerência nos assuntos internos dos Estados, as somas milionárias destinadas à subversão, a guerra político-comunicacional e a tentativa de impor uma mudança de regime nos países soberanos, nada têm a ver com a democracia nas relações internacionais.

“É urgente a construção de uma ordem internacional mais justa, inclusiva, equitativa e harmoniosa, baseada no respeito ao direito internacional e aos princípios da Carta das Nações Unidas, entre eles a igualdade soberana dos Estados (…)”, acrescentou. .

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