África, -10% de vacinados

Africanos largados para morrer pelo imperialismo

Toda desgraça do continente africano tem relação direta ou indireta pela exploração e expropriação do continente pelo imperialismo internacional

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Imperialismo não irá vacinar africanos – Foto: Reprodução

Os povos do continente africano, que assim como o povo brasileiro, foram largados para morrer, aqui pelo governo fascista de Jair Bolsonaro, lá pelos imperialistas comandados pelos EUA.

Nessa hora a chamada “Comunidade Internacional” não aparece para reclamar, só apontando o dedo quando China, Cuba, Síria, Rússia e as chamadas organizações terroristas como Talibã e Hesbollah cometem alguma “atrocidade” na visão dos benfeitores da humanidade.

Mas desde o início da pandemia nada foi feito para vacinar a população africana, que hoje, em pleno dezembro de 2021, tem os piores índices de imunização da população, que gira em torno de menos de 10% da população do continente, com países com enorme população, Nigéria (80 milhões de habitantes) com menos de 1% da população vacinada.

Agora com novas variantes surgindo nesse continente e na Índia os países se mostram preocupados com a população desses países, não com o ser humano em si, mas com o fato de que eles possam ser o celeiro de novas variantes, e que essas variantes possam acabar com o esforço feito para criar as vacinas contra o vírus principal do Corona Vírus.

Se nos dias de hoje ainda fosse moralmente aceito, com certeza eles apostariam numa solução mais barata que seria eliminar a população, mas 1,3 bilhão de pessoas é muita gente, mesmo para o padrão genocida do imperialismo.

Diante disso o imperialismo vai empurrando com a barriga o problema da vacinação da população africana o quanto pode, esperava-se que em dezembro 40% da população estivesse coberta com a segunda dose.

Mas falta dinheiro para os governos locais adquirirem a vacina, e o tal consórcio internacional da vacina (COVAX) não da conta da imensa demanda.

A solução seria a quebra das patentes das vacinas, e o uso de vacinas cubanas e russas para acabar com o monopólio dos laboratórios americanos e europeus.

A rigor, toda a desgraça do continente africano tem relação direta ou indireta com a exploração e expropriação do continente pelo imperialismo internacional, nada mais justo que todas as doses necessárias sejam doadas a eles.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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