Um inovador

20/09/1898 – Santos Dumont faz voo com balão auto-propelido

Santos Dumont foi um inventor genial, uma mente brilhante que merece mais destaque, mas que esbarra na má vontade daqueles que querem apenas diminuir o Brasil.

N-1

O projeto N-1 de Santos-Dumont foi o primeiro dirigível da história – Foto: Reprodução

Santos Dumont foi um inventor genial, uma mente brilhante que merece mais destaque, mas que esbarra na má vontade daqueles que querem apenas diminuir o Brasil.

Santos Dumont

Alberto Santos Dumont, natural de Palmira, atual Santos Dumont, nascido em 20 de julho de 1873, faleceu no Guarujá, em 23 de julho de 1932. Foi um autodidata, engenheiro, aeronauta, esportista e inventor brasileiro, com reconhecimento mundial.

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Foi Santos Dumont que projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. O mérito dessa façanha é reconhecido internacionalmente pelo  Prêmio Deutsch em 1901.

Neste episódio em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das maiores celebridades internacionais durante o século XX. No Prêmio Deutsch, ele também foi o primeiro a cumprir o circuito pré-estabelecido sob observação oficial de especialistas, jornalistas e populares.

Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o 14-bis, também conhecido como Oiseau de Proie (francês para “ave de rapina”), no Campo de Bagatelle, em Paris. Sendo assim também o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina.

Na sua juventude, 1891, com 18 anos, Santos Dumont teve a oportunidade de realizar uma viagem turística pela Europa. Tendo contato na França com o alpinismo quando escalou o Monte Branco, acostumando-se a altas altitudes. No ano seguinte já emancipado do pai retornou à França ingressando no automobilismo. Em 1897, com 24 anos e com herança abastada ele retorna à França para ingressar no balonismo.

O N-1

O N-1, primeiro dirigível projetado por Santos Dumont, tinha 25 metros de comprimento e 180 de cubagem, inflado no Jardim da Aclimação de Paris em 18 de setembro de 1898, acabou sofrendo uma avaria por erro de manobra, um rasgo que o interrompeu os testes no dia. Passados dois dias, em 20 de setembro de 1898, a aeronave pôde partir com o desenvolvimento do voo, entretanto em razão do mau funcionamento da bomba de ar que supria o balonete interno, mantendo a rigidez do invólucro do balão, a uma altura de 400 metros, o balão começou a se dobrar e a descer com rapidez.

“A descida efetuava-se com a velocidade de 4 a 5 m/s. Ter-me-ia sido fatal, se eu não tivesse tido a presença de espírito de dizer aos passantes espontaneamente suspensos ao cabo pendente como um verdadeiro cacho humano, que puxassem o cabo na direção oposta à do vento. Graças a essa manobra, diminuiu a velocidade da queda, evitando assim a maior violência do choque. Variei desse modo o meu divertimento: subi num balão e desci numa pipa.” Conta-nos em entrevista, espirituosamente, Santos Dumont como escapou da morte.

Um dos aspectos relevantes dessa investida é que o motor utilizado dirigível foi uma invenção de Santos Dumont. Era um motor Dion-Bouton modificado, com dois cilindros unidos pelas extremidades – disposição denominada “em tandem”. 

A versão original fornecia uma potência de 1,5 cavalo-vapor, já a alteração feita por Santos Dumont passou a ser de 3,5 cavalos-vapor. Embora fosse revolucionário, o motor ainda tinha problemas não sanados como alto e rápido aquecimento, sendo dispensado nas construções seguintes.

A destruição da cultura e identidade nacionais

Nesta ocasião, não podemos deixar de denunciar a verdadeira campanha contra a cultura, história e identidades nacionais. Há no Brasil uma verdadeira onda visando destruir nosso passado e história, denegrindo os méritos de brasileiros.

Temos que explicitar que essa tendência não ocorre por acaso, mas trata-se de uma campanha impulsionada pelo imperialismo na defesa dos seus interesses de rapina. Destruir uma grande nação é um grande passo na dominação da população, pequenos países são mais fáceis de controlar e explorar que grandes países.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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