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McDonalds é condenado por não socorrer funcionária que se queimou limpando uma fritadeira

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Pessoas que trabalham o dia inteiro com comida podem passar fome porque ganham muito pouco para manter as necessidades de uma família. Em 2014, na Carolina do Norte, houve greve de trabalhadores de redes de fast-food por aumento do valor do salário mínimo (a hora paga). Os trabalhadores tinham como uma das palavra de ordem: “Não dá para sobreviver com US$ 7,25!”

Em 2015, funcionários do McDonalds, também nos Estados Unidos, cantavam: “O povo unido não será vencido” e “Trabalhamos, suamos e queremos US$15 em nossos cheques”.  “Não queremos cupons de comida, queremos US$ 15 e direitos sindicais”.

Uma reclamação comum dos funcionários das redes de fast-food é que necessitam de ajuda de terceiros, de igrejas, do estado, para poder complementar seus ganhos e sobreviver, para poder se alimentar.

Estamos falando de empresas bilionárias, com ações na Bolsa de Valores sempre valorizadas. Para termos uma ideia, a McDonalds lucrou, em 2017, U$ 698,7 milhões no quarto trimestre de 2017, e US$ 1,20 bilhão no mesmo período de 2016. O Burger King, em 2017, teve  vendas totais de US$ 4,57 bilhões e lucro líquido de US$ 626,1 milhões.

No Brasil não seria diferente. Essas empresas vivem do e para o lucro. Os trabalhadores são explorados porque dessa exploração dependem os ganhos mais elevados, e os acionistas exigem isso.

Caso nada espantoso, portanto, o McDonalds recusar-se a prestar o socorro necessário a uma funcionária que queimou a mão numa fritadeira, acidente de trabalho. A empresa acionou o SAMU, jogando a responsabilidade e o custo pelo socorro para o Estado.

Nesse caso, a empresa foi processada e condenada pela Justiça do Trabalho, tendo que pagar R$ 100 mil por indenização por danos morais coletivos. O Ministério Público do Trabalho identificou, além do caso especifico da funcionária acidentada, outras irregularidades, como trabalhadores menores de idade operando chapa e fritadeira, colocando em risco esses jovens.

Como dito acima, essas empresas, e o McDonalds como paradigma, são a cara do capitalismo, da exploração do trabalhador – quase no limite da servidão, do descaso absoluto pelas pessoas (que escondem com algumas campanhas ‘de caridade’), do abuso das brechas legais para imiscuírem-se da responsabilidade de apoiar e cuidar do trabalhador no que for possível.

O caso da funcionária que, ao invés de ser encaminhada ao hospital pela empresa, foi levada pelo SAMU, cujo objetivo não é o de atender funcionários acidentados, é um exemplo dessa estratégia dessas grandes empresas de gastar o mínimo e lucrar ao máximo, repassando suas próprias obrigações para terceiras, para o próprio trabalhador, para o Estado ou para a Caridade.

Definitivamente, o capitalismo jamais será bom para os pobres.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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