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Fora Bolsonaro-Lula presidente

Dirigentes do PT, PCO, CUT e PCPB convocam Plenária Nacional

Cresce a mobilização do ativismo do Bloco Vermelho e outros setores da esquerda classista em torno de uma perspectiva independente dos explorados diante da crise

Cartaz da campanha pela Plenária Nacional do Bloco Vermelho – Foto: Arquivo DCO

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Dezenas de organizações políticas, Comitês de Luta, dirigentes políticos, sindicais, dos movimentos populares, da juventude, bem como artistas, professores e muitos outros ativistas de todas as regiões do País estão se somando à iniciativa da realização da Plenária Nacional Fora Bolsonaro – Lula Presidente, nos próximos dias 6 e 7 de novembro, em São Paulo.

Publicamos abaixo o texto do Manifesto de convocação da Plenária, para o qual anda estão chegando adesões de todas as regiões do País, acompanhada das primeiras 80 assinaturas, de companheiros do PCO, PT, PCPB, da CUT e de muitos outros setores da esquerda classista.

Serão publicadas mais de 200 mil cópias do Manifesto para serem distribuídas em todo o País.

Para adesões envie mensagens (zap) com dados ou entre em contato pelos telefones: (11) 98344-0068; (61) 9985-9681; (47) 9155-2525; (73) 99171-9075; (21) 99405-6504

É hora das bases decidirem os rumos do movimento

Todos à Plenária Nacional por
Fora Bolsonaro e Lula Presidente!

Dias 6 e 7 de novembro, em São Paulo

Os atos do dia 2 de outubro deixaram claro: o movimento nacional de luta pelo “fora Bolsonaro” precisa passar por uma mudança radical. Quem está saindo às ruas para lutar é forçado a tirar essa conclusão. Isso ocorre porque setores dentro do movimento buscam impor uma política que não corresponde em nada aos anseios e necessidades do povo trabalhador e oprimido.

Basta ouvir o que dizem as ruas. No dia 2/10, as manifestações deram uma sonora vaia aos convidados de honra dos defensores da política de “frente ampla”. Isto é, deram um não à política de aliança com políticos e partidos de direita. Ciro Gomes, Paulinho da Força e outros “ilustres” convidados trazidos à Avenida Paulista foram vaiados justamente porque quem está ao pé do caminhão de som não quer se aliar com golpistas.

Um número cada vez maior de ativistas da luta dos trabalhadores e da juventude compreende o papel reacionário daqueles que dizem ser contra Bolsonaro, mas apoiam sua política (as privatizações, as “reformas” contra o funcionalismo, a falta de medidas efetivas na pandemia, etc.). Está bastante claro que esses falsos aliados da luta pelo “fora Bolsonaro” têm como objetivo principal atacar a mobilização dos trabalhadores e o ex-presidente Lula.

A infiltração do movimento por esses elementos reacionários vem sendo imposta do alto. É feita sem que as bases sejam consultadas. Isso ficou muito claro no último dia 2, quando os partidários da aliança com a direita “democrática” e inimiga dos trabalhadores tentaram controlar os atos públicos com um enorme aparato. Gastaram muito dinheiro (carros de som luxuosos, seguranças, etc.) e limitaram a mobilização (suspendendo passeatas, como ocorreu em São Paulo, e até desmarcaram atos, como fizeram em Santa Catarina) para impedir a manifestação popular contra a direita.

Criaram uma coordenação paralela que não consulta nenhum ativista para decidir os rumos de todo um movimento. São dirigentes que preferem dar voz até mesmo a herdeiros de banqueiros, golpistas e todo tipo de inimigos da luta dos explorados. As bases só conseguem se fazer ouvir quando se insurgem contra os esquemas armados por essa cúpula. 

É hora de dizer “chega!” O movimento não pode ficar nas mãos de meia dúzia de pessoas. São os trabalhadores, operários, estudantes, todos os setores oprimidos da população quem têm de decidir como se organizar, quais são suas reivindicações e quem são seus aliados.

Para isso, é preciso reorganizar todo o movimento sobre novas bases. É preciso que ele seja mais democrático e aberto à participação do povo. 

É necessário que todas as decisões importantes sejam amplamente discutidas. É preciso tomar iniciativas para que a mobilização se amplie, que mais pessoas participem das manifestações e que mais manifestações aconteçam. 

Para isso, é preciso organizar a população nos bairros e locais de trabalho e estudo. É preciso criar comitês de luta e realizar reuniões e plenárias em todas as cidades e em todos os estados, para discutir e decidir como a luta deve avançar.

Esse movimento tem duas reivindicações fundamentais: “Fora Bolsonaro” e “Lula Presidente”. Elas correspondem à luta pelo fim do governo de todos os golpistas e por um governo dos trabalhadores. 

Estamos a menos de um ano das eleições e a campanha eleitoral já está em andamento. Toda a burguesia está buscando uma saída para continuar a governar. É a chamada “terceira via”, uma alternativa burguesa e direitista diante da polarização política entre Lula e Bolsonaro. Fazem todos os esforços para tornar viável a candidatura do partido de confiança dos banqueiros, o PSDB, seja ele João Doria ou Eduardo Leite. E já deixaram claro que, mesmo que não consigam emplacar uma alternativa mais ao gosto do grande capital nacional e internacional, não hesitarão em apoiar Bolsonaro uma vez mais se isso for necessário. 

Lula é o único candidato da esquerda que pode derrotar tanto Bolsonaro quanto a “terceira via” neoliberal. Para isso, no entanto, é preciso um movimento de luta para levar adiante essa candidatura. Por isso, é necessário e urgente que todos os partidos e organizações de esquerda, do movimento operário e popular defendam incondicionalmente, desde já, a candidatura de Lula. 

É necessário elaborar um programa de luta para a mobilização e para as eleições. Nesse sentido, as organizações e dirigentes abaixo-assinados convocam a realização de uma Plenária Nacional por Fora Bolsonaro e Lula presidente, a se reunir em São Paulo, nos próximos dias 6 e 7 de novembro. A plenária será aberta à participação de todos os militantes, sindicalistas, líderes dos movimentos sociais e populares, todo o ativismo classista, socialista – em uma palavra, vermelho. O objetivo é debater a organização e os rumos do movimento e apontar uma perspectiva para avançar na conquista das suas reivindicações dos explorados, por meio da luta organizada pela base, independente dos partidos burgueses, contra todos os golpistas.

Uma plenária para impulsionar a campanha por Fora Bolsonaro e todos os golpistas, pelas reivindicações dos trabalhadores diante da crise e por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores.

  • Fora Bolsonaro e todos os golpistas!

  • Nada de direita nos atos!

  • Não à privatização dos Correios e da Eletrobrás!

  • Reestatização da Petrobrás sob o controle dos trabalhadores!

  • Não à Reforma Administrativa (PEC 32) e todos os ataques contra os serviços públicos

  • Reforma Agrária com expropriação do latifúndio!

  • Reforma Urbana sob o controle das organizações populares!

  • Lula presidente, por um governo dos trabalhadores!

Assinam:

PCO – Partido da Causa Operária  

PCPB – Partido Comunista do Povo Brasileiro

Comitês de Luta

Corrente Sindical Nacional Causa Operária

Edmar Batistela  – Presidente CUT Acre

Maria Isabel Noronha (“Bebel”) –  deputada estadual e vice-presidente do PT/SP, Presidenta do Sindicato dos Professores estaduais SP (APEOESP)

Diretório Zonal do PT Santo Amaro/SP

José Rivaldo da Silva – Secretario Geral da Fentect/CUT (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios)

André Constantine  – Movimento Nacional das Favelas e Periferias 

Adriano Diogo – Coordenador Setorial Nacional de Direitos Humanos do PT

Cesário Campelo – Presidente PT Acre

Nilson Carneiro Sales – Presidente da ANAP (Associação  Nacional dos Anistiados Políticos)

AJR – Aliança da Juventude Revolucionária

Márcia Lia – deputada Estadual PT/SP

Paola Miguel  –  vereadora do PT da Câmara de Campinas

Jairo Palheta – Coordenador da Frente Nacional de Lutas do Amapá

Edvaldo Cardoso da Silva – Secretario de Organização do PT de Hortolândia Manezinho dos Santos – Radio 13 de Indaiatuba/SP

Walter Celio de Almeida – vice-presidente PT Brasília, Zonal Plano Piloto

Hamed Mauch Bittar – Coodenador Sub sede APEOESP Campinas

Elton Lima – Executiva estadual da CUT-RS

Café Popular Bolchevique

Edilson Nete Rodrigues – Presidente do Sintect-PI

Bateria Popular Zumbi dos Palmares

Comitê de Luta Estudantil do DF

Tupan Karai – Vice-Cacique da aldeia Pirá Rupá, Palhoça – SC

Renan Rosa de Arruda – diretor da CUT-DF

Diogo Jacinto Laurentino –  trabalhador da COMCAP/SC

Clelia de Melo  – Coletivo MVJ (Memória Verdade e Justiça) – Florianópolis – SC

Comitê de Luta Estudantil de GO

Coletivo de Negros Joao Cândido

Paula Regina Gomes – Coordenadora do Coletivo Voz e Rua

Afonso Magalhães – Presidente do PT Guará(DF)

Everton Barboza – Conselho CPERS-Sindicato

Marina Madeira – Conselheira Estadual da APEOESP – Piracicaba/SP

Luanda Dias Schramm – professora da UFRJ

Tendência Marxista-Leninista (TML) / PT

Patricia Pinheiro –  Profª da UnB/Diretora da ADUnB-seção sindical do ANDES

Antonio Vicente Pietroforte – professor FFLCH USP Departamento de Linguística

André Barros Borges – Professor FE/UFRJ

Raimundo Martins de Loiola Filho – Secretário de Formação Política do PT e
Coordenador da Frente Brasil Popular do Sudoeste de GO

João Carlos Pires Pinheiro – Quadrinista e filiado ao PT

Paulo Martins – Diretor do Sindicato da Construção Civil de Campinas

Gilberto Silveira dos Santos – Partido dos Trabalhadores – Palhoça – SC

Remi dos Santos – Comitês de Luta – Vila Bromberg – Blumenau – SC

Movimento Popular por Moradia / PR

Maria de Jesus Santana da Silva  – Integrante da Coordenação da Delegacia Sindical do SINDSEP-DF, no INCRA.

Grupo por uma Arte Revolucionária e Independente (GARI)

Cláudia Regina Vieira Lima  – Coordenadora do Núcleo do PT no Congresso Nacional

Joaquim Rodrigues dos Santos Filho – Membro do Coletivo da Secretaria Agrária do PT/DF e Diretor do SINDSEP-DF

Reginaldo Dias – Diretor do Sindsep, Coordenador do Coletivo Cultural Aurora do Oprimido

Caio Fernando Aguiar – Conselheiro Estadual da APEOESP – subsede de Campinas e região

Ricardo de Sousa Machado – diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília

Vera Lúcia Martins Ramos – Integrante do Coletivo da Secretaria Agrária do PT/DF

Francinaldo Araujo Costa – diretor da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte – FETEC-CUT/CN,

Sheila Cristina S. Campos – Escola Feminista de Brasília 

Osni Calixto – Núcleo de Base 10 de Fevereiro – Plano Piloto – PTDF

Expedito Carneiro de Mendonça – diretor do SINDSEP DF

Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo

Julio Marcelino – Sindicato dos Frios/SP

Jurandyr C N Lacerda Neto –  Coordenador de base  do campus Araraquara do IFSP – SINASEFE/SP

Jadir Bonacina – Artista popular e integrante do grupo Mistura Popular

José Itamar Tavares Calado – Sindicato dos trabalhadores nas indústrias do papel, Papelão e Cortiça de Jaú, região Centro Oeste e Noroeste Paulista

Fernanda Carreiro – Vereadora PT Barra Mansa

Arary Galvão – Professor de filosofia, UFAL

Nilsa Ramos – Comitê De Lutas Lula Presidente de Pontal do Paraná

Carlos Guimarães – Membro DZ Jabaquara PT/SP

João Roberto Bourcheid – membro do conselho do CPERS-Sindicato

Luis Fernando de Fraga Silva –  Diretor SIMPA/RS

Fabio Augusto Ferreira – do Sindicato do servidor municipais de são José dos Campos

Charles Gentil – Coordenador do Comitê Popular Antifascista Ponte Rasa Pela Democracia e Lula Livre

Marcos Landa –  da coordenação do  Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM)

Oséias Vieira – presidente do SINTECT/RPO (Correios) – Ribeirão Preto/SP

Neuza Ribeiro – Conselheira estadual Apeoesp subsede Araraquara

Alberto Luiz Gerardi – Bancário do BB, ativista de base Brasília

Hilda Resende – Bancário do BB, ativista de base Brasília

Olga Santos Huhn – do setor de Tecnologia e Redes Sociais, Ativista política/DF

Rodrigo Lima – vocalista da banda Dead Fish, do coletivo hardcore antifacista

Gabriela Lima – Executiva Municipal PT Resende

Comitê Lula Presidente – Niterói/RJ

Roberto Guido –  Secretário de Comunicação da Executiva da APEOESP

CasaNem /RJ

Edinaldo Ferreira – coordenador da subsede da CUT na região de São Carlos/SP

Plínio W. Prado Jr. – Professor emerito de filosofia  da Universidade de Paris 8

Paulo Roberto Redondo – presidente sindicato dos bancários Araraquara SP

Robson Henrique Barbosa – militante do PT do Diretório da cidade de Andirá PR

Mirian Ponzio  – Vereadora PT – Taquaritinga SP

 

 

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agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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