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Unidade com os latifúndiários

Esquerda quer ato de mãos dadas com assassinos de indígenas

Esquerda frente amplista quer unidade com os latifundiários e seus representantes e confirma que não há nenhuma defesa do índio

A líder do PSOL na Alesp e sua amizade suspeita com um dos lideres do MBL – Foto: reprodução

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Há alguns dias, partidos de esquerda como setores do PT, PCdoB e PSOL comemoraram a entrada e participação dos atos marcados para o dia 2 de outubro e 15 de novembro de partidos da direita golpista como PDT, PSB, PV, Rede, Solidariedade e Cidadania. E até mesmo participando dos atos convocados pelo MBL e Vem Pra Rua, grupos fascistoides, e convidando as manifestações da esquerda como o PCdoB e PSOL.

Esses partidos foram apoiadores do golpe de Estado em 2016 para que iniciasse uma política de ataques frontais à luta pela terra e as terras indígenas. Boa parte de seus parlamentares em grande parte compõe a bancada ruralista dentro do Congresso Nacional e são apoiadores de medidas que favorecem o latifúndio e a grilagem de terras públicas.

E desde então estão propondo e aprovando, juntamente como governo Bolsonaro uma série de medidas como colocar em regime de urgência e aprovar o PL da Grilagem de Terras (PL 2633/20), em particular apoiam o PL 490 que é o Marco Temporal no Congresso Nacional, garimpo em terras indígenas, privatização de unidades de conservação e muitas outras coisas que fica difícil de acompanhar.

Partidos responsáveis pelos ataques contra as terras indígenas

Esses partidos foram apoiadores do golpe de Estado em 2016 para que iniciasse uma política de ataques frontais a luta pela terra e as terras indígenas. Boa parte de seus parlamentares fazem parte da bancada ruralista dentro do Congresso Nacional e são apoiadores de medidas que favorecem o latifúndio e a grilagem de terras públicas.

Além disso, esses partidos apoiaram a maior parte das medidas apresentadas pelo governo Bolsonaro e pela direita fascista de ataques aos trabalhadores e, em particular, com as medidas de apoio aos latifundiários e da luta pela terra. A oposição ao governo Bolsonaro é somente uma fachada para as eleições porque apoiam as medidas de ataques aos trabalhadores e a luta pela terra. O partido Solidariedade votou com o governo 89% das vezes, o Cidadania 87%, PV 68%, PDT 48%, PSB 46% e rede 36% das vezes. Apontando que tudo que é vindo do governo Bolsonaro são ataques aos trabalhadores e ao direito da população, apoiam o governo.

Defendem os indígenas apenas para fazer demagogia

O que chama atenção é que essa esquerda que se diz defender os povos indígenas e apoia destruir estátuas, não tem nenhum critério para ficar ao lado dos maiores opressores dos indígenas. Se alinham com representantes do latifúndio e que em todos os momentos atacaram os indígenas.

Não é por acaso que essa esquerda defende a destruição de estátuas, mas não denuncia os verdadeiros opressores dos índios. Evita atacar os latifundiários, o STF e a direita que compõe esses partidos da frente ampla para fazer demagogia com os povos indígenas e parecer defendê-los, mas escondem os verdadeiros culpados para se aliar posteriormente.

Não há nenhuma defesa do índio por parte da esquerda identitária. Se houve interesse em defender os indígenas, essa esquerda não estaria comemorando a frente ampla com a direita latifundiária e sim denunciando e combatendo de maneira incisiva.

Atacar estátuas como Borba Gato, Pero Vaz de Caminha e Pedro Álvares Cabral é fácil e não traz nenhuma mudança para os indígenas. Combater o latifúndio e a direita golpista não traz votos e há um enfrentamento que essa esquerda identitária não quer fazer, mesmo que seja uma maneira de defender de verdade os povos indígenas.

A aliança com esses partidos evidencia que não há defesa dos indígenas, apenas demagogia. É preciso denunciar essa política de aliança com a direita golpista e latifundiária, e trazer os indígenas de maneira massiva para os atos pelo fora Bolsonaro. A unidade tem que ser com os trabalhadores e explorados e não com os patrões e latifundiários.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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