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Braço sindical dos tucanos

“Centrais” do PSDB atacam o PCO em nome dos patrões

Da mesma forma que os partidos de direita atuam para atacar e sabotar os partidos de esquerda, as “centrais” pelegas atuam para sabotar a luta da CUT e do movimento operário

Paulinho da Força (direita) com o adesivo do PSDB em campanha por Aécio Neves contra Dilma Rousseff – Foto: Chico Ribeiro

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As chamadas “centrais” sindicais de brinquedo da burguesia publicaram uma nota conjunta tão ridícula quanto a sua atuação dentro do movimento operário.

A nota foi assinada por verdadeiros gabinetes parlamentares que são essas “centrais” sem base sindical nenhuma: Força Sindical, UGT, CSB, CTB, NSTC, CGTB e Pública Central do Servidor. Algumas dessas “centrais” têm mais siglas do que sindicatos.

O ataque ao PCO, feito em conluio com toda a imprensa golpista e o PSDB, não é mais do que a reprodução da propaganda da burguesia contra a ala mais combativa do movimento pelo Fora Bolsonaro.

Infelizmente, assistimos no último sábado (3 de julho) casos de pura intolerância e autoritarismo por parte de militantes do Partido da Causa Operária (PCO). Diversas organizações foram agredidas com palavras e até mesmo fisicamente em uma grotesca demonstração de selvageria por parte dos Black Blocs (que para nós são infiltrados) e de falta de discernimento sobre o que é a democracia. Repudiamos todo tipo de violência e não aceitamos as agressões ocorridas no último sábado”, diz a nota.

Vamos nos deter rapidamente nas calúnias. Segundo os pelegos, os manifestantes que escorraçaram os tucanos infiltrados foram “intolerantes” e “autoritários”. Mas quem chamou e permitiu que o PSDB participasse do ato? A decisão da participação do partido que destruiu milhões de empregos e deixou os trabalhadores na fome é que foi autoritária. Os manifestantes que participam desde o início da luta pelo Fora Bolsonaro, como é o caso do PCO, não foram consultados sobre a participação do partido de Doria e FHC. Sua participação foi imposta aos manifestantes, que odeiam o PSDB e por isso o expulsaram.

A respeito da “selvageria” e da “violência” repudiadas pelos pelegos, vamos lembrar algumas coisas. Em primeiro lugar, que os manifestantes somente reagiram à verdadeira selvageria e violência que foi praticada pelos bate-paus do PSDB e, no final da manifestação, pela Polícia Militar… do PSDB!

O povo, a juventude e os trabalhadores não têm sangue de barata. Não são cordeiros para serem sacrificados. O povo está passando fome, morrendo de Covid, sendo despejado e perdendo o emprego. Pais de famílias veem seus filhos chorando de fome. E quando saem para protestar contra isso, são recebidos com balas, gases e cassetetes pela polícia. Deveriam fazer o quê? Entregar flores aos fascistas da PM?

É muita hipocrisia do cartel dos pelegos acusar os militantes do PCO de terem agredido agentes do PSDB. Quem atua no movimento sindical sabe bem que a máquina burocrática dessas mesmas “centrais” age com extrema violência contra todos aqueles que ousam atuar de maneira independente dos pelegos.

Mais hipocrisia ainda é atacar o partido que jamais saiu das ruas. Enquanto isso, essas mesmas “centrais” fecharam a sete chaves seus sindicatos para que os trabalhadores ficassem sem proteção alguma diante dos ataques de Bolsonaro contra os direitos trabalhistas, foram essas “centrais” que permitiram a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista e a terceirização, foram elas que permitiram a privatização da Eletrobras e se depender delas os Correios serão privatizados com a maior tranquilidade (com o apoio do PSDB!). Os manda-chuvas dessas “centrais”, marionetes de parlamentares da direita e da extrema-direita, apoiaram o golpe de 2016, a prisão de Lula e a própria eleição de Bolsonaro.

Eles também são infiltrados nos atos, assim como o PSDB. Este diário denuncia frequentemente as relações das direções dessas “centrais” de brinquedo, criadas pela FIESP para contrapor a influência da CUT, como Cavalos de Troia do movimento sindical. Participam dos atos e tentam fazer frente com a CUT não para impulsionar a mobilização popular, mas para sabotá-la e destruí-la. São “centrais” artificiais, controladas integralmente pelos patrões. Alguém viu militantes da Força Sindical, da UGT, da CSB ou da Pública Central do Servidor (de onde saiu isso?) nos atos pelo Fora Bolsonaro? Quantas pessoas essas organizações de fachada levaram para os atos? Se alguma delas tem alguém com um coletezinho, como às vezes ocorre com a Força Sindical, todos os que participam do movimento social estão carecas de saber que são homens pagos para estar lá – o mesmo método utilizado pelo PSDB!

Essas “centrais” que não centralizam ninguém jamais trabalharam minimamente para fortalecer qualquer luta da classe operária. São sindicalistas de carreira, bandidos sindicais, equivalentes aos bandidos políticos do Congresso Nacional. São tão criminosos e inimigos do povo quanto os bandoleiros do PSDB, do DEM ou do MDB. Mas isso não é coincidência: seus dirigentes são todos filiados justamente a esses partidos, bem como a partidos que tentam se pintar de esquerdistas, como o PDT ou o PSB. Da mesma forma que os partidos de direita atuam para atacar e sabotar os partidos de esquerda, as “centrais” pelegas atuam para sabotar a luta da CUT e do movimento operário.

Provam que são “centrais” nas mãos dos patrões e da direita ao defenderem a participação do PSDB e da direita golpista nos atos. Defendem a infiltração dos piores inimigos dos trabalhadores, em nome dos trabalhadores! E tentam falar em nome dos trabalhadores mesmo não tendo qualquer influência sobre a massa de trabalhadores!

É absolutamente natural que todo esse amontoado de lixo sindical, que não representa os trabalhadores, esteja do lado do PSDB. Afinal, sempre estiveram. Paulinho da Força, o homem forte da Força Sindical, votou pelo impeachment de Dilma Rousseff e, como político e dirigente da Força, sempre se aliou publicamente ao PSDB. UGT, CSB, CTB, NSTC, CGTB idem.

Todas essas “centrais” são, na verdade, o braço sindical do PSDB. São raposas cuidando do galinheiro, infiltradas no movimento sindical para entregar, se possível, até mesmo a vida dos trabalhadores para os patrões.

O que essas “centrais” mais temem é a radicalização e o ascenso das massas operárias. Por isso atacam o setor mais combativo da mobilização. Porque sabem que, caso o movimento tome contornos radicais ou até mesmo revolucionários, toda a estrutura pelega nos sindicatos irá cair com um sopro junto com o regime golpista, da mesma forma que caiu a estrutura sindical pelega com a derrubada da ditadura e a formação da CUT.

As “centrais” defendem os inimigos da classe operária. A CUT deve romper com esse câncer infiltrado no movimento sindical, que não passa de um obstáculo carcomido na luta dos trabalhadores pela sua emancipação, pela derrubada de Bolsonaro, do PSDB e de todo o regime golpista. Um governo dos trabalhadores não comporta o lixo burocrático e pelego das marionetes dos patrões e dos capitalistas.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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