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Lilian Miranda, candidata a vice de Edson Dorta esteve em Marília

Economia pós-URSS

A Rússia a que chegamos

Primeiro artigo da série de reportagens produzidas por Causa Operária a partir da viagem de seus correspondentes a Moscou traça um panorama da situação econômica e social do país

Imagem aérea do aeroporto de Vnukovo – Rafael Dantas/DCO

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─ Rafael Dantas, de Moscou

Quase trinta anos depois do golpe de Estado de Boris Yeltsin (4 de outubro de 1993), a Rússia se vê reduzida a uma semicolônia exportadora de matérias primas para o mercado mundial e, principalmente, o europeu. Muito longe de ter alcançado os patamares de desenvolvimento econômico dos países imperialistas ao longo de seus 70 anos de existência, todo o patrimônio que o Estado operário construiu foi dilapidado da noite para o dia. Como?

O povo russo foi desnorteado e deixado sem capacidade de resistência por uma sequência de “choques” políticos e econômicos (como assim o definiu a pesquisadora canadense Naomi Klein, no livro A doutrina do choque – ascensão do capitalismo de desastre, de 2007). A dissolução da União Soviética, a repentina privatização da economia estatizada e, por fim, a força bruta garantiram a criminosa transferência da propriedade coletiva para um punhado de pessoas. Este reduzido grupo de capitalistas tornados milionários foram beneficiados diretamente pelas políticas do imperialismo norte-americano, do Fundo Monetário Internacional (FMI), do G7, capitaneadas pelos discípulos da Escola de Chicago e de Milton Friedman.

As políticas de “abertura” (glasnost) e “reestruturação” (perestroika), colocadas em prática pelo governo da União Soviética liderado por Mikhail Gorbachev, foram consideradas insuficientes pelo imperialismo norte-americano, o principal responsável pelo assalto neoliberal à economia russa. Foi preciso colocar alguém mais decidido para abrir o caminho usado para, pouco tempo depois, conduzir para fora do país massivas quantidades de matérias primas e riquezas. Esse alguém foi Boris Yeltsin, então presidente da Rússia – principal integrante da URSS.

O processo foi descrito em detalhes assustadores por Klein no 11º capítulo de seu livro, do qual citarei alguns trechos. Em 1992, quando se operava a transição para o governo de terra arrasada de Yeltsin, 67% dos russos que responderam às pesquisas afirmavam que as cooperativas de trabalhadores é quem deveriam receber o patrimônio do Estado operário no processo de privatização colocado em marcha por Gorbachev. Noutro aspecto, 79% afirmaram que a manutenção do pleno emprego era uma função primordial do governo. Nada disso ocorreu. Além disso, uma ampla maioria de 70% se opunha à supressão do controle de preços de mercadorias essenciais como o pão.

“Se a equipe de Yeltsin tivesse submetido seus planos ao debate democrático, em ves de deslanchar um ataque-surpresa contra uma população já bastante desorientada, a revolução da Escola de Chicago não teria tido nenhuma chance”, escreveu a pesquisadora canadense.

“Milhões de russos de classe média haviam perdido suas poupanças com a desvalorização da moeda, e os cortes bruscos nos subsídios governamentais representaram a ausência de salários para milhões de trabalhadores, durante meses. O cidadão russo médio consumiu 40% menos em 1992 do que em 1991, e um terço da população caiu abaixo da linha de pobreza”. 

Em 1989, eram de 4 a 5 milhões nesta situação, segundo o New York Times. Em 1994, eram 34% na Rússia. Em 2004, quando Putin foi reeleito, ainda havia 30 milhões de russos nesta condição, 20% da população.

“A classe média se viu forçada a vender objetos pessoais, em mesas de papelão montadas nas ruas – atos de desespero que os economistas da Escola de Chicago elogiavam como se fossem ‘empreendimentos’, uma prova de que o renascimento capitalista estava realmente em curso, com a comercialização de um bem hereditário e um blazer de segunda mão de cada vez”, afirma Klein. Qualquer semelhança com o aquilo por que passa o povo brasileiro não é mera coincidência.

Privatização desenfreada

“(…) Na Rússia, havia muita riqueza pesando na balança: vastos campos de petróleo, cerca de 30% das reservas mundiais de gás, 20% do níquel, sem mencionar as fábricas de armas e o aparato de mídia do Estado”. As consequências do golpe pinochetista de Yeltsin, que fechou o Parlamento e lhe concedeu plenos poderes, foram devastadoras. O programa de “privatização, estabilização e liberalização” preconizado pelos “Chicago Boys” resultou em que mais de 225 mil empresas foram privatizadas.

“Os trabalhadores, na maioria das vezes, nem sabiam que suas fábricas e minas tinham sido vendidas – que dirá como tinham sido vendidas ou para quem”. 

Até a segunda metade da década de 2000, o Estado havia recuperado cerca de 100 bilhões de dólares em ativos privatizados na década de 1990. Empresas como Rosneft, Yukos (incorporada à Rosneft), Gazprom, Aeroflot foram retomadas pelo Estado, que criou ainda a RZD para controlar o sistema de transporte.

Bilionários e miseráveis

“Antes da terapia de choque, a Rússia não possuía milionários; em 2003, o número de bilionários tinha subido para dezessete, de acordo com a lista da revista Forbes”. Em 2011, já eram mais de 100. Hoje, 23 russos estão na lista dos 500 homens mais ricos do mundo segundo a revista norte-americana Forbes.

“Em 1998, mais de 80% das fazendas russas estavam falidas e cerca de setenta mil fábricas estatais tinham fechado, criando uma epidemia de desemprego. Em 1989, antes da terapia de choque, dois milhões de pessoas na Federação Russa viviam na pobreza, com menos de quatro dólares por dia. Na época em que os terapeutas do choque perscreveram seu ‘remédio mais amargo’, em meados dos anos 1990, 74 milhões de russos estavam vivendo abaixo da linha de pobreza, de acordo com o Banco Mundial”. Em 2019, eram 17,3 milhões, em torno de 13% da população. O número de cidadãos com renda inferior ao mínimo que permite a sobrevivência oscilava em torno dos 20 milhões.

“Isso quer dizer que as ‘reformas econômicas’ da Rússia podem reivindicar o mérito pelo empobrecimento de 72 milhões de pessoas em apenas oito anos. Em 1996, 25% da população russa – quase 37 milhões de indivíduos – viviam num estado de pobreza descrito como ‘desesperador’”, diz Klein.

“Embora milhões de russos tenham sido tirados da pobreza, nos últimos anos, em grande parte graças à elevação dos preços do gás e do petróleo, a subclasse de extrema pobreza se tornou permanente – com todos os tipos de doenças associadas a esse tipo de status decadente. (…) Em 2006, o governo admitiu que havia 715 mil crianças desabrigadas no país, e a UNICEF elevou esse número para 3,5 milhões”.

Alcoolismo, drogas, desmoralização

“Os russos começaram a beber duas vezes mais álcool do que bebiam antes – e também passaram a procurar analgésicos mais fortes. O maior traficante da Rússia, Aleksandr Mikhailov, afirma que o número de usuários subiu mais de 900%, de 1994 a 2004, chegando a quatro milhões de pessoas, muitas delas viciadas em heroína. A epidemia de drogas aumentou a potência de um outro assassino silencioso: em 1995, cinquenta mil russos eram HIV positivos, e em apenas dois anos esse número dobrou; dez anos depois, de acordo com dados do UNAID, quase um milhão de habitantes se tornaram HIV positivos”.

A população diminuiu

“Essas são as mortes lentas, mas ocorreram mortes rápidas também. Tão logo a terapia de choque foi introduzida, em 1992, a taxa de suicídio na Rússia, que já era alta, começou a aumentar; em 1994, ano do pico das ‘reformas’ de Yeltskin, o índice mais do que dobrou em relação aos oito anos anteriores. Os russos também cometeram mais assassinatos, e com uma frequência ainda maior: em 1994, os crimes violentos tinham aumentado em mais de quatro vezes”.

Os anos de capitalismo criminoso mataram cerca de 10% da população. O país está perdendo uma média de setecentas mil pessoas por ano. Entre 1992, o primeiro ano completo da terapia de choque, e 2006, o número de habitantes declinou em 6,6 milhões.” Segundo o site Macro Trends, o país chegou ao fundo do poço em 2008, quando a população diminuiu para 143,2 milhões.

Ricos e pobres nas ruas

Na década retrasada, Naomi Klein escrevia que “a riqueza acumulada pela elite é ostentada em Moscou como em nenhum outro lugar, fora alguns poucos emirados do petróleo”. Ela dizia que “na Rússia de hoje, a riqueza é tão estratificada que os ricos e pobres parecem não apenas viver em países diferentes, mas em séculos distintos”, citando o depoimento de uma jovem que dizia ter que ler à luz de vela, como se estivesse no século XIX, enquanto ricaços desfilavam com automóveis Mercedes em uma cidade futurística, remodelada à imagem do capitalismo neoliberal do século XXI. Viemos aqui para conferir em que medida esse quadro se mantém.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

Diferentemente de outros portais, mesmo os progressistas, você não verá anúncios pagos aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos de maneira intransigente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Trabalhamos dia e noite para que o DCO cresça, se desenvolva e seja lido pelas amplas massas da população. A independência em relação à burguesia é condição para o sucesso desta empreitada. Mas o apoio financeiro daqueles que entendem a necessidade de uma imprensa vermelha, revolucionária e operária, também o é.  

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