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Antônio Carlos Silva

Militante do Partido da Causa Operária (PCO) desde as suas origens. Membro do Comitê Central do Partido, secretário Sindical e coordenador da Corrente Nacional Sindical Causa Operária.

Professor do Ensino Público do Estado de São Paulo, atua na oposição da Apeoesp.

Foi candidato a diversos cargos pelo PCO em eleições regionais e nacionais, levando a propaganda revolucionária às grandes massas.

Participa do conselho editorial do Jornal Causa Operária, do qual é colunista.

Apresenta os programas Resumo do Dia e Resumo da Semana, na Causa Operária TV. Também é âncora do programa Comando de Greve.

Membro da Direção Nacional do PCO, Secretário Sindical do partido. Professor.

"Vamos lá fazer o que virá..."

Que 2022 seja de lutas nas ruas para que derrotemos os golpistas

Que em 2022, estejamos cada vez mais unidos na luta por Fora Bolsonaro e todos os golpistas e por um governo dos trabalhadores, com Lula presidente

Terminamos 2021 em meio a uma gigantesca crise econômica e, em decorrência dela, de uma brutal crise política do conjunto do regime golpista.

Com o País em recessão, a direita golpista começa o ano eleitoral, mais dividida do que nunca. O candidato da esquerda, nosso candidato, está disparado na frente nas pesquisas eleitorais, sem que a direita tenha conseguido ainda projetar – com chances reais de vitória – seu candidato. Um candidato da “terceira via” que possa ser uma alternativa à possibilidade sempre presente de reeditar o apoio dado, a contragosto, a Bolsonaro em 2018, para evitar a vitória do candidato substituto de Lula, Fernando Haddad.

Não são apenas as perspectivas eleitorais que são sombrias para a direita. Essas são passíveis de serem manobradas por meio de golpes e fraudes (como a armação com as urnas eletrônicas encomendas aos “amigos” do PSDB e de Moro do grupo Positivo) . O agravamento da crise econômica em todo o Mundo, faz crescer as pressões sobre a economia brasileira, cada vez mais dependente do mercado mundial, por conta da política de submissão dos governos golpistas de Temer e Bolsonaro, apoiados por toda a direita. O acentuamento da guerra comercial e as tendências de guerras e conflitos provocados pelo imperialismo com a China – por exemplo – principal parceiro comercial do Brasil, colocam a situação de instabilidade atual em uma perspectiva nada promissora.

Mas, sem dúvida alguma, o grande temor da burguesia neste momento, são as tendências explosivas no sentido de uma revolta popular, de um enfrentamento do povo com a direita e a sua ofensiva que, nos últimos anos fez nosso País recuar em décadas na sua economia e em quase um século nas condições de vida da imensa maioria do povo brasileiro, com recordes de fome, desemprego e um roubo dos salários como nunca visto em um pedido tão curto.

Não por acaso, o ano terminou com proibições de festas de rua nas principais capitais, e anúncio de que em muitos lugares pretende-se proibir o carnaval.

Com medo da reação do povo, querem impedir que ele se manifeste. Porque suas manifestações são cada vez mais gritos de guerra contra o governo (“Fora Bolsonaro!”), que a burguesia quer sustentar até o final e, se preciso, diante de outra alternativa, melhor para eles, reeleger. São também gritos de guerra pela urgência de Lula presidente.

Depois de um ano de importantes mobilizações, sabotadas pela covardia de setores da esquerda “devotos” da frente ampla com a direita golpista, mais do que nunca a questão da mobilização popular é decisiva. É a única capaz de conter a ofensiva da direita em questões fundamentais e até mesmo de defender a vida do povo ameaçada (como nos casos da pandemia, da fome, das enchentes etc.) e de abrir caminho para uma vitória, inclusive, no terreno das eleições. Essa não acontecerá sem um enfrentamento com a direita, sem mobilização popular.

A direita sabe disso e age para tentar sabotar essa vitória e até mesmo para controlar a candidatura da esquerda

alckmin

buscando impor – contra a vontade manifesta das bases – um vice direitista e golpista para Lula. Um novo e piorado Michel Temer, na figura do nefasto ex-governador de SP e ex-presidente do PSDB, Geraldo Alckmin.

A esquerda classista, precisa cada vez mais se fazer consciente dessa situação e agir. Com firmeza, determinação organizar a necessária mobilização popular, pelas reivindicações dos explorados, pelo fim do regime golpista e por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores, sem patrões e sem golpistas.

O momento é de preparar essa retomada das mobilizações. Para isso vamos começar 2022, realizar as plenárias estaduais do Bloco Vermelho, ampliar a discussão do programa de lutas aprovado na Plenária Nacional Fora Bolsonaro e Lula presidente, em novembro passado, iniciar a convocação de novos atos de rua, a começar pelo Rio de Janeiro em

fevereiro, em defesa do carnaval e das manifestações do povo, pelo atendimento imediato das questões mais sentidas diante da fome, das enchentes, da pandemia, do desemprego e em apoio a Lula presidente. Questões que vamos estar debatendo na reunião do Comitê Central Nacional do PCO, que realizamos a partir de amanhã (2/1), pois não há tempo a perder.

Nós do PCO, o partido da luta contra o golpe e de defesa da candidatura de Lula, por um governo dos trabalhadores, começamos o ano impulsionando uma série de atividades, como a Conferência Sindical Nacional, que vamos realizar nos dias 15 e 16 próximos e as Conferências da Juventude (AJR), Negros e Mulheres, na sequencia.

Vamos à luta, por armar, política e organizativamente, o ativismo de todo o País (e até no exterior) para fazer de 2022, um ano de lutas e vitórias contra a terceira etapa do golpe, que a burguesia golpista gostaria de ver consumada.

ac e lula smabc

Um bom ano novo de lutas, para todos os amigos e leitores deste Diário. Que em 2022, estejamos cada vez mais unidos na luta para derrubar o regime golpista (Fora Bolsonaro e todos os golpistas) e por um governo dos trabalhadores, com Lula presidente, sem patrões e sem golpistas!

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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