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Doria desiste da candidatura à Presidência da República

Roberto França

Militante do PCO

Nazipeleguismo

Os mercenários do imperialismo

O possível motivo para a realização do comboio da CSP-Conlutas à Ucrânia para apoiar o nazismo

Por trás do comboio da CSP-Conlutas, um amigo de George Soros – Global Comment

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A esquerda está em uma profunda crise intelectual, e o imperialismo ainda conta com mercenários que legitimam o regime político de opressão. Um dos casos mais avançados de mercenarismo da esquerda, sem dúvida nenhuma, é da CSP-Conlutas. A CSP-Conlutas está adicto e se apaixonou pelo cliente.

Não bastava fazer atos de rua em favor dos nazistas ucranianos, era preciso ir até o palco de guerra prolongada, a Ucrânia, onde sequer se pode utilizar utensílios de cor vermelha, demarcando seu peleguismo. Até mesmo a oposição de direita e agrupamentos “de esquerda” não podem atuar. Trata-se de uma verdadeira ditadura nazista, com a chancela de agrupamentos “ditos independentes”, mas que servem apenas para mascarar a brutal opressão contra os trabalhadores.

De acordo com o informativo “Mundo Sindical”:

A CSP-Conlutas faz parte da iniciativa da Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas de envio do Comboio de Apoio à Resistência Ucraniana e no país, exatamente em Lviv, na última sexta-feira (29).
Desde então, militantes têm se reunido com sindicalistas e ativistas de diversos países como Áustria, França,  Itália, Lituânia e Polônia, além de resistentes da região.
No dia 29/4, foram entregues diretamente ao presidente do Sindicato Independente dos Metalúrgicos e Mineiros da cidade de Kryvyi Rih, o militante Yuri Petrovich, cerca de 800 quilos de donativos para a população daquela região. A iniciativa contou com o apoio logístico da organização Sotsyalnyi Rukh e foi considerada um sucesso.
O comboio seguiu orientações da organização operária de resistência de Kryvyi Rih, e priorizou o envio de itens de emergência como remédios, kits de primeiros socorros, comidas secas, alimentos prontos para bebês, além de baterias e geradores, recursos necessários em situação de escassez crítica no abastecimento de alimentos e medicamentos, além de energia e aquecimento. 
Kryvyi Rih é o centro industrial do país e tinha cerca de 615 mil habitantes. Atualmente, a cidade está a 60 km de distância das tropas russas. Petrovich relatou aos sindicalistas brasileiros que mais de 3 mil filiados ao sindicato se alistaram nas forças de resistência. 
Comboio de apoio ao regime nazista de Kiev

Ocorre que Yuri Petrovich Samoilov é figura conhecida na Ucrânia, cujo sindicato é ligado à Open Democracy, organização não-governamental do Reino Unido, que recebe financiamento da Open Society, Rockfeller, NED e toda a gama de instituições imperialistas. Petrovich é um sindicalista pelego da Ucrânia, que sobrevive no país, marchando ao lado do imperialismo.

Esse pelego, além de ter participado do Euromaidan, foi poupado na época dos massacres aos sindicatos (sendo o mais emblemático, o massacre na Casa dos Sindicatos de Odessa). Uma onda de linchamento à sindicalistas sucedeu-se em todo território ucraniano, após o golpe nazista, e Petrovich Samoilov foi poupado. Sua função atualmente é de servir como bandeira falsa para as intenções espúrias do regime político, assim como a CSP-Conlutas, que atua para confundir os trabalhadores brasileiros.

Com o grande volume de dados e informações disponíveis, eleva-se a possibilidade das informações serem descentralizadas (conforme demonstrou Julian Assange e os WikiLeaks), e o imperialismo sempre busca centralizar as informações, a fim de perpetuar o regime de opressão [o ápice da centralização das informações, em escala mundial, é a criação do Ministério da Verdade por Joe Biden, por exemplo, que promete ser a nata da arapongagem, articulando o aparato já existente de CIA, FBI, DEA, NSA etc., sob uma fachada progressista].

O que era folclórico, já não é mais: aliança com nazistas e sindicalistas da Open Democracy

A “Rede Solidariedade”, da qual atual o PSTU e CSP-Conlutas fazem parte, é repleta de informações que levam a compreender a motivação concreta da existência de uma esquerda pró-imperialista, mas, exceto por relações com Black Lives Matter nas redes do PSTU, não se localizava a materialidade. Com a visita à Ucrânia, por intermédio do sindicato mineiro presidido pelo pelego Samoilov, divulgado pela Open Democracy, como figurante de bandeira falsa, não tem como não juntar as peças e compreender a função do PSTU.

Foi relatado da viagem praticamente nada, conforme é possível ver no vídeo, apenas levaram 800 kg de alimentos como fazem os filantropos, não tem agenda para os trabalhadores, não tem relatos dos acontecimentos, não ocorreu absolutamente nada além de uma visita filantrópica.

https://fb.watch/cPxtdRBq28/

CSP-Conlutas marchou em separado dos trabalhadores no Primeiro de Maio em São Paulo

Com a finalidade de se isolar da classe trabalhadora, a CSP-Conlutas decidiu realizar o Primeiro de Maio, separadamente das demais centrais sindicais, como a CUT. Essa é mais uma demonstração de que o PSTU, efetivamente, trabalha para o imperialismo e defende os interesses dos patrões, se escondendo na Praça Ramos.

A convocação que a CSP-Conlutas fez para fragmentar a classe trabalhadora, tem motivação óbvia: a presença de Lula no Pacaembu. Isso coloca definitivamente a CSP-Conlutas no mesmo patamar da direita golpista, que fez ato na Avenida Paulista, contra Lula, contra a esquerda e em favor de ucranizar o Brasil.

Grupo usa símbolos de movimento paramilitar de extrema-direita da Ucrânia, considerado ultranacionalista e neofascista
Foto: Ucraniza Brasil

Com esse Primeiro de Maio, a CSP-Conlutas se coloca na vanguarda da marginalidade política e escancara sua política contra os trabalhadores, pois é refratária a qualquer frente e unidade com a classe operária. A covardia da central foi tamanha que lideranças estavam em ato pró-imperialista com bandeira da Ucrânia empunhada e um bloco vergonhoso.

Diz a nota da CSP-Conlutas no Facebook

Os atos do Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores e Trabalhadoras realizados pela CSP-Conlutas, no domingo (1º), reivindicaram a tradição classista, independente e internacionalista que marcam a data. Nas cidades em que a Central colocou seu bloco na rua, a solidariedade às mobilizações da classe trabalhadora brasileira e internacional deram o tom aos protestos. Frente à escolha da CUT e demais centrais sindicais que, em alguns estados como São Paulo, decidiram realizar atividades em conjunto com representantes patronais, visando apenas as eleições de outubro, a CSP-Conlutas fez questão de trazer à tona o espírito de origem do 1º de Maio e a importância da organização para enfrentar a exploração capitalista.

CSP-Conlutas ataca Lula como pelego, mas poupa Zelensky

Em vídeo para as redes sociais, Herbert Claros, metalúrgico da Embraer, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região e integrante do setorial internacional da CSP-Conlutas. Durante o Primeiro de Maio da CSP-Conlutas na Ucrânia, o militante da entidade explica que o país encontra-se em lei marcial, mas não esboça nenhuma indignação. Afirma que os ucranianos estão resistindo, porém, o próprio vídeo contraria a fala. Não há resistência alguma, os trabalhadores simplesmente estão em local fechado, pois no nazismo, sindicatos não piam, e pelegos aceitam migalhas.https://www.facebook.com/CSPConlutas/videos/515961790073215/

Em outro vídeo, Herbert Claros, ataca Putin, e limita-se em dizer que União Europeia e EUA são demagógicos, poupa o governo nazista da Ucrânia, claramente se colocando apenas numa posição de filantropo do imperialismo.

A política de avestruz da CSP-Conlutas consiste em NÃO mobilizar os trabalhadores, e não expor suas bandeiras de lutas em ato unificado. Trata-se de uma atuação sectária, a partir dos interesses estrangeiros, municiada pela “Rede Solidariedade”, rede que demonstra, mundo afora, como suas pautas estão alinhadas aos interesses burgueses, com questões como a “resistência” de um grupo de sindicalistas pelegos, aliados ao governo fantoche de Vlodymir Zelensky.

A CSP-Conlutas, organizadora de derrotas da classe trabalhadora brasileira, agora espalha cepas na Ucrânia, ao mesmo tempo que trará ensinamentos de como ser pelego de nazista. Esse é um triste cenário que temos no Brasil, uma entidade que se apropria de sindicatos para imobilizá-los contra o imperialismo e, no elementar, pelo menos lutar por aumento salarial, diminuição da jornada de trabalho, revogação das reformas trabalhistas do golpe de Estado entre outras bandeiras básicas. Entretanto, sua política, alinhada à ONG imperialista, a Open Democracy, provavelmente seja a de manter o golpe e sugar a jugular dos filiados.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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