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TO: professora é demitida por se candidatar ao governo pelo PCO

Professora é demitida no dia seguinte depois de confirmar sua candidatura ao governo do estado pelo PCO

Carmem Aga, candidata ao governo de Tocantins pelo PCO – Reprodução

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─ Por Carmen Hannud (Carmen Aga) ─ No dia 5 de Agosto, uma sexta-feira, foi divulgada minha candidatura como governadora do Tocantins pelo Partido da Causa Operária-PCO. Alguns dias depois, na quarta-feira dia 10 do mesmo mês, fui chamada para uma reunião em que fui informada da minha demissão. Eu trabalhava como professora na Faculdade Católica Dom Orione-FACDO na cidade de Araguaína, e lecionava no curso de psicologia, geralmente sendo responsável por matérias de psicologia social, em que o marxismo era debatido em sala de aula por ser base desse campo dentro da profissão. As aulas já haviam começado há quase duas semanas corridas. 

 Pouco antes da pandemia de covid-19, a gestão da instituição mudou, e, após ela, as aulas remotas entraram em cena e passaram a integrar no projeto de destruição da educação superior. Uma política de demissão teve início – ou o trabalhador pedia demissão ou era demitido. Nesse meio tempo, vale dizer que houve também a ação pelega do sindicato que assinou a redução de horas sem passar isso pela base. 

Pois bem, após a vacinação da população, as aulas retornaram de modo híbrido no segundo semestre do ano passado, e neste ano voltaram a ser presenciais. Mas o projeto de sucateamento continuou. No retorno deste semestre, duas outras colegas foram demitidas sem justificativa, e outro colega se esgotou mediante as condições de trabalho a ponto de pedir demissão. Após o lançamento da minha candidatura, depois de duas semanas letivas e participação no encontro pedagógico, fui convidada a me retirar, também sem receber qualquer justificativa da instituição. No documento que fui obrigada a assinar constava que não mais convinha para a instituição me ter em seu quadro de funcionários. No dia seguinte, os estudantes iniciaram uma mobilização exigindo da direção uma justificativa sobre as demissões e pedindo minha recontratação. 

Essa situação local, contudo, reflete um projeto fascista para a Educação, que tem a censura como estratégia para a dominação e exploração da população, bem como age de modo conjunto com o ataque às organizações da classe operária. O movimento estudantil precisa fortalecer a luta pelo socialismo juntamente com o movimento sindical, pois o projeto de educação em curso na Faculdade Católica Dom Orione não está dissociado do projeto em curso em todo o país, a serviço do Imperialismo.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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