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Nota de Repúdio

Curitiba: MPM repudia fala do prefeito de Campo Magro

Cláudio Casagrande acusa sem prova nenhuma os moradores da Ocupação Nova Esperança de um incêndio criminoso ocorrido no pátio de obras da prefeitura

Movimento Popular de Moradia – Foto: Reprodução/Divulgação

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Após sofrerem uma invasão da policia na madrugada de terça para quarta-feira (1), – onde os agentes do Estado assassinaram um morador, Igor Cristiano da Silva, e feriu uma jovem grávida – o Movimento Popular de Moradia, sofre neste momento, uma nova série de ataques por parte da imprensa venal local e do prefeito da cidade de Campo Magro, distrito de Colombo, região metropolitana de Curitiba, Cláudio Casagrande.

Na madrugada de quinta-feira (2) um incêndio criminoso se alastrou pelo pátio de obras da Prefeitura de Campo Magro. Sem provas ou evidências nenhuma, os meios de comunicação local e o prefeito da cidade, afirmaram que o incêndio teria sido uma retaliação, da morte de Igor Cristiano da Silva na noite anterior e acusam de forma espúria, os moradores da ocupação Nova Esperança do incêndio.

É óbvio que se trata de uma tentativa absurda e covarde de tentar criminalizar o movimento mediante a opinião pública, para tentar justificar o crime cometido pelo braço armado do Estado – no dia primeiro – contra o movimento e até mesmo abrir brechas para novas invasões criminosas contra os moradores da ocupação, já que a região é de interesse econômico da burguesia local.

Os movimentos de luta por moradia e terra no país, tem sido sistematicamente vítimas de ofensivas das instituições da burguesia nos últimos. Assassinatos, violência, intimidação, desocupações tem se tornando comum e é regra número um do regime golpista, contra os movimentos populares e sociais, tudo isso com aval e apoio direto do governo fraudulento de Bolsonaro.

NOTA DE ESCLARECIMENTO E REPÚDIO


O Movimento Popular por Moradia (MPM) vem através
desta nota ressaltar que, a conduta da população da Ocupação Nova Esperança,
desde seu primeiro dia de assentamento, sempre foi e continua sendo de ordem
pacífica e aberta ao diálogo com todos os órgãos públicos e instituições de
segurança pública a fim de minimizar conflitos, sobretudo acerca da
permanência dos moradores na antiga Fazenda Solidariedade, ora objeto de
litígio. Assim, cumpre informar que os desdobramentos da ação policial na
madrugada do dia 01/12/2021, culminando na morte de Igor Cristiano da Silva,
não justificam a conduta opressora, violenta e criminosa da Polícia Militar do
Paraná face aos moradores da Ocupação Nova Esperança, conforme registrado
por eles durante a ação dos milicianos. Desta feita, o MPM informa que acionará
os órgãos de controle da Policia Militar e o Ministério Público a fim de apurar a
conduta criminosa perpetrada pelos agentes do estado visando sua
responsabilização cível, administrativa e criminal.


Ainda, o Movimento popular Por Moradia, em nome dos
moradores da Ocupação Nova Esperança, REPUDIA a declaração irresponsável
prestada pelo Sr. Prefeito Cláudio Casagrande a mídia televisiva RPC (Rede
Paranaense de Comunicação) e Rede Bandeirantes, na qual aduz, sem dispor
de qualquer prova ou evidencia, que o incêndio criminoso ocorrido no pátio de
obras da Prefeitura de Campo Magro na data de hoje teria sido cometido pelos
moradores da Ocupação Nova Esperança em retaliação a morte de Igor
Cristiano da Silva. Assim, cumpre-nos informar que não há qualquer participação
ou envolvimento do Movimento Popular Por Moradia, tampouco dos moradores
da Ocupação Nova Esperança, bem como os fatos serão apurados pelos órgãos
de investigação e certamente a responsabilização penal dos criminosos.
Assim, desde logo, exige-se uma retratação pública do Sr.
Prefeito Cláudio Casagrande, haja vista que não há qualquer nexo entre os fatos
ocorridos no dia 01/12/2021 e 02/12/2021.


Campo Magro 02 de dezembro de 2021
Movimento Popular por Moradia (MPM)

É preciso urgentemente mobilizar a população, os moradores da região, toda a esquerda em geral, para barrar novas ofensivas contra os moradores da ocupação Nova Esperança. Formar comitês de autodefesa, manifestações grandes com ocupação de prédios públicos contra os crimes que vem sofrendo povo pobre no Brasil que luta por moradia e terra.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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