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Fome se alastra

Regime golpista transformou a vida dos pobres num inferno

Desemprego e inflação alta, aliados à crise mundial mais grave desde a quebra da bolsa de valores de Nova Iorque em 1929, tornam o cenário explosivo

Quase 120 milhões de brasileiros estão à beira da fome – Foto: CNN Brasil

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A vida dos brasileiros que nunca foi fácil, quer dizer, a vida de 90% da população, piorou de forma abissal desde que a burguesia resolveu colocar o PT para fora do governo em 2016. Mesmo antes do golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, a direita que estava fora e dentro do governo pressionava por medidas econômicas que no fim da linha prejudicavam os mais pobres na medida que piorava a situação de emprego e renda.

Mas nada, nem de perto, parecido com o que estava por vir acontecia naquele momento: desemprego em massa, quebra geral das empresas, doenças, fome e miséria.

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Quem sonhava que a intenção dos golpistas era algo diferente, ou seja, que eles tencionavam dar outro dinamismo à economia e fazer o país crescer através da canalização do patrimônio público para o setor privado, se enganou redondamente.

Os setores esquerdistas que achavam que Bolsonaro era apenas mais um mau governo e que isso era apenas resultado de troca de poder em uma disputa democrática pelo poder do estado não tinham a mínima noção do que estava por vir.

A fome, que assolou o país nos governos Sarney, Collor, Itamar e principalmente nos governos FHC, está de volta, e com fatores que tornam a situação hoje muito pior do que a das décadas de 80 e 90.

Desemprego e inflação alta, aliados à crise mundial mais grave desde a quebra da bolsa de valores de Nova Iorque em 1929, com a pandemia do coronavírus, tornam o cenário explosivo.

A população pobre ou empobrecida está se virando como pode ─ lenha em vez gás, ossos em vez de carne, longas caminhadas em vez de ônibus.

A ajuda que uma pequena parte da população recebe do governo federal em razão da pandemia não dá para pagar nem as contas fixas como luz, água, aluguel e transporte e comprar comida.

Em um exemplo real, uma família de quatro pessoas, mulher, dois filhos pequenos e marido desempregado consegue R$600,00 por mês. Com esse valor e tendo que pagar todos os custos mencionados acima, só dá para conseguir ossos e produtos com baixo valor nutritivo.

As entidades que ajudam essas pessoas reconhecem que não conseguem atender todo mundo, e que a maioria fica sem qualquer espécie de ajuda.

A sociedade civil pressionada pela situação de diminuição de sua renda não consegue mais ajudar essas pessoas sem correr o risco de faltar para si próprias.

O quadro desesperador está fazendo que a população recorra a saques ou pequenos roubos de alimentos ou de algo de valor que possa lá na frente ser trocado por algum alimento.

E por fim quem não consegue nada, passa fome, que é algo que realmente está acontecendo, e cada um de nós pode ver isso ao nosso redor, sem precisar de recorrer a notícias de jornal para saber a realidade.

O governo golpista de Jair Bolsonaro não está minimamente preocupado com a situação do país e nem tem condições intelectuais e de caráter para estar. No momento, sua principal preocupação é tecer acordos para sua campanha em 2022, e a crise é tão grande que nem dinheiro para fazer demagogia com a população está tendo.

O grau de destruição promovido pelo golpe de estado de 2016 foi tão profundo que as previsões mais otimistas estimam melhoras somente a partir de 2023, isso se nada de ruim acontecer até lá.

Qualquer que seja o cenário futuro para o povo brasileiro não existe outra opção que não seja a derrubada do governo e sua substituição por um governo dos trabalhadores que comece a resolver primordialmente o problema da fome dos brasileiros ─ porque os que dizem ser opositores de Bolsonaro (ou seja, a direita que deu o golpe de 2016) é ainda mais responsável pela situação de catástrofe no país, e quer aprofundar essa situação.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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