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Política criminosa

Gás a R$100 é culpa da privatização imposta pelos golpistas

Com a politica de privatização no setor de petróleo e gás, preço do gás de cozinha fica suscetível aos desmandos dos parasitas e monopolistas do setor.

O gás de cozinha a R$100,00 encarece todo o setor de alimentação – Foto: Reprodução

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O gás de cozinha de 13 kg, que está custando R$100,00, valor muito caro para a maioria do povo brasileiro, pode chegar ainda neste ano a R$150,00, segundo a Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito do Petróleo (Asmirg). A associação acusa a política de preços da Petrobras como responsável por esse valor abusivo, que vem assolando o povo brasileiro com relação a um item fundamental no preparo dos alimentos, que também vêm sofrendo um aumento enorme em seus preços.

Todos esses aumentos desproporcionais são frutos do aumento da concentração do mercado por empresas privadas, que distribuem e revendes gás liquefeito do petróleo(GLP). O crime responsável por isso foi a venda da estatal Liquigás, o que permitiu a formação do oligopólio no setor. Essa política criminosa contra o patrimônio nacional e para empobrecer e esfolar a população brasileira começou com o golpe de 2016. O GLP e outros combustíveis importados seguem os preços internacionais, paridade, taxas de transporte, e tudo isso acaba deixando o produto caro. Após o impeachment de Dilma, o golpista Michel Temer (MDB) nomeou Pedro Parente como presidente da Petrobrás. A política de preços adotada por ele mudou completamente, levando em conta apenas o que acontece no mercado externo, desprezando totalmente o mercado interno, que atinge sobretudo a maioria dos brasileiros. A camarilha golpista que tomou o poder no Brasil está a serviço do capital internacional e seus interesses. A Petrobrás possui 98% da capacidade de refino, e ainda assim os preços continuam abusivos. O preço do produto representa metade da composição final do que o consumidor paga. A composição do preço do botijão de gás, por exemplo, é composto por 47% repassado pelo produtor, 18% de tributos e 35% dos distribuidores e revendedores. Essa margem dos distribuidores e revendedores é que encarece o valor final, que é repassado para a população.

A política de privatização e entrega do patrimônio nacional continua no governo do fascista Jair Bolsonaro. Em 2019, seis empresas de distribuição dominavam o mercado, dentre elas a estatal Liquigás, privatizada em dezembro de 2020, um crime contra a economia nacional. Ela fora vendida para a Copagaz e Nacional Gás, consolidando o oligopólio no setor, sem nenhuma estatal atuando no mercado. O momento é de uma demanda muito grande para o GLP, devido à situação de pandemia e uma parcela grande da sociedade permanecer em casa e utilizar mais o produto. Por isso, as previsões para aumento do preço são catastróficas, se nada for feito para acabar com essa política criminosa da Petrobras sob comando dos golpista a serviço do capital financeiro internacional.

A Compass, do grupo Cosan, fechou uma compra de 51% da Gaspetro, que tinha participação em 19 distribuidoras estaduais de gás encanado, o que pode torná-la a principal empresa do setor. Essas vendas das distribuidoras, intensificadas desde o golpe de 2016, são as principais responsáveis pelo aumento da inflação no país e o empobrecimento da maioria do povo brasileiro, que sofre com o mercado de trabalho sem emprego e agora com a inflação à altura e a cesta básica muito cara. Toda essa política de privatização só favorece à consolidação dos monopólios em desfavor da concorrência e das empresas nacionais, repassando para o consumidor todas as alterações provocadas pelo mercado externo.

É preciso sair às ruas e denunciar esse crime contra o povo e a economia nacional, cada vez mais em declínio e sem condições de se reerguer com a política neoliberal, causadora de toda violência, fome e morte. Sem a derrubada desses golpistas, a cesta básica e inflação continuarão altas, sem nenhuma perspectiva de baixa. A revolta social é iminente e os governos direitistas e lacaios do capital financeiro internacional intensificarão a repressão contra a população. Sem vacina, sem emprego, com inflação alta e carência alimentar, a saída para o povo brasileiro são as ruas contra todas as privatizações, por mais vacina, auxílio emergencial de verdade e sobretudo pelo fora Bolsonaro e todos os governos golpistas e entreguistas.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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