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Elevação do endividamento

Dívida mundial chegando a 200 trilhões é um reflexo da pandemia

A demanda mundial por crédito cresce vertiginosamente e a dívida global deve se aproximar da marca de US $ 200 trilhões ainda em 2020

Display de acompanhamento de ações, Tóquio – Foto: Magalie L’Abbé

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A demanda mundial por crédito cresce vertiginosamente e a dívida global deve se aproximar da marca de US $ 200 trilhões ainda em 2020. A estimativa parte da agência de classificação S&P Global, sediada em Manhattan, Nova Iorque.

Este número equivale, atualmente, a  265 por cento da produção econômica anual do mundo estimada para 2020, um aumento projetado de 14 por cento em comparação com o ano de 2019. A aceleração desenfreada do endividamento foi desencadeada pela crise econômica devido à pandemia do coronavírus e pelos empréstimos extras que governos, empresas e famílias tiveram que recorrer.

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“A dívida global em relação ao PIB tem apresentado tendência de aumento por muitos anos; a pandemia simplesmente exacerbou o aumento ”, diz o relatório da agência.

A S&P considera que, mesmo com o aumento da dívida e com a elevação geral da inadimplência, esperado para o próximo ano, uma crise duradoura não deve se instaurar em breve.

“É improvável que o aumento projetado de 14% na dívida global em relação ao PIB em 2020 cause uma crise da dívida de curto prazo, desde que as economias se recuperem, as vacinas sejam amplamente distribuídas, as taxas de juros permaneçam muito baixas e o comportamento de endividamento seja moderado”, disse a agência.

A proporção da dívida global em relação ao PIB deverá cair em dois anos, assim que a economia mundial se recuperar após a pandemia.

“Esperamos que o crescimento da dívida de empresas, governos e famílias diminua, uma vez que tendem a diminuir após as recessões”, ainda no mesmo relatório.

Os números chamam a atenção porque demonstram o ciclo de endividamento financeiro que alimenta o capitalismo. É irreal este grau de endividamento simplesmente porque não existe nenhuma expectativa de pagamento para esse montante, ele só cresce indefinidamente até que o sistema não possa mais rolar dívidas e venha uma quebra cíclica. Nesse momento a população é responsabilizada pelo comportamento perdulário da burguesia e cortam-se direitos, salários e serviços públicos para pagar a dívida dos ricos.

Os números do endividamento não mentem, são os países imperialista do centro do capitalismo que possuem as maiores dívidas, porém são os países pobres que são expropriados para pagar. Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia são responsáveis pela maior parte do endividamento mundial e exportam sua inflação para países menores ao destruir as cadeias produtivas destes, adquirir seus recursos naturais a baixo custo e depois vender seus bens industrializados com margens de lucro extorsivas.uanto agências de classificação publicam relatórios que tentam maquiar a realidade da crise endêmica do sistema capitalista, a realidade aponta outra direção. Muito antes do COVID os grandes capitalistas viam a queda de seus lucros e elevação de sua dívida acontecer e pressionavam os governos que tomassem medidas protecionistas. Com o COVID, eles aproveitam para vender seus produtos e obter ganhos irreais com manobras financeiras, enquanto o grosso do povo morre.

Não existe crise vindoura do capitalismo, porque o capitalismo é o sistema da crise permanente. Só isso garante o monopólio de riquezas e a manutenção de um grande exército industrial de reserva que gera os lucros da burguesia.

Não devemos aceitar pagar a conta do prejuízo causado pela burguesia, devemos nos mobilizar e lutar para que os verdadeiros responsáveis pela crise econômica e tantas mortes que poderiam ser evitadas, em meio a uma pandemia, sejam responsabilizados!

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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