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Crise

Bovespa fecha na pior pontuação do ano

O B3 (Bovespa), principal índice de ações da bolsa de valores do país, sediada na capital industrial do Brasil (SP), entrou em uma longa queda antes de ontem (20)

Ibovespa – Foto: Reprodução

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O B3 (Bovespa), principal índice de ações da bolsa de valores do país, sediada na capital industrial do Brasil (SP), entrou em uma longa queda antes de ontem (20), encontrando-se em uma das maiores baixa desde o início do ano de 2021. 

Segundo a imprensa burguesa, a última segunda-feira foi um dia turbulento no mercado exterior, principalmente devido à crise causada pela imobiliária honconguesa Evergrande e pela espera das decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos; que sairá quarta-feira (22).

O Ibovespa retrocedeu 2,33%, para 108.844 pontos. Contando com o fato de que na última sexta-feira (17) a bolsa fechou em uma queda de 2,07%, a parcial do mês acumula uma perda de 8,37%; o recuo atual também contabiliza uma baixa de 8,55%.

Gráfico Ibovespa em 2021 Foto: Reprodução

A melhor marca do ano foi no início de junho, quando o Ibovespa chegou em 130.776 pontos, já a maior taxa intradia ocorreu no início de março com apenas 107.319 pontos.

Para os analistas da imprensa burguesa, uma das grandes preocupações dos especuladores da bolsa de valores é se (caso sim, qual é) existe um plano de resgate da empresa e qual será seu impacto nos setores econômicos chineses.

Além disso, os “analistas” também culpam a nova variante delta pela baixa na economia, já que a disseminação da variante causou problemas na exportação e importação de minério de ferro, petróleo e outras mercadorias.

Wall Street também não ficou atrás no que se refere às quedas na bolsa de valores. A Standard & Poor 500 (S & P500) e a National Association of Securities Dealers Automated Quotations (NASDAQ) vem sofrendo uma queda percentual diária desde março. 

O índice Dow Jones caiu 1,78%, a S & P500 contabilizou uma queda de 1,69% e, por último, o índice de tecnologia da NASDAQ registrou um recuo de 2,19%.

Empresas de tecnologia como a Amazon, Apple, Facebook, Alphabet, Microsoft e Tesla foram registradas como influências negativas tanto pelo índice de tecnologia quanto pela NASDAQ.

Em detrimento da crise, o Banco Central do Brasil anunciou na última semana uma nova taxa de juros, com a permissão do mercado, o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) seja elevado em um ponto percentual anualmente; aumentando a atual alíquota de 5,25% e podendo – segundo o Boletim Focus – chegar em 8,25% até o fim do ano, atacando assim setores econômicos dependentes de linhas de crédito.

Os golpistas também aumentaram a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para os empresários o aumento foi de 0,54%, já os pobres ficam com um aumento de 1,08%, mesmo sendo a classe que sequer tem envolvimento com a atual crise.

O que a imprensa golpista tenta esconder é a instabilidade da economia capitalista no exterior e no Brasil, de onde surgem as mais esfarrapadas desculpas para obscurecer o fracasso generalizado do capital.

O Brasil, desde o golpe de Estado, vem sofrendo um enorme processo de desindustrialização promovido pelos neoliberais que derrubaram Dilma. O país despencou da 9a para a 15a posição de países industrializados, perdendo montadoras e tendo várias outras paralisadas, deixando o país em uma situação muito instável; demonstrando assim o atraso econômico causado pela direita golpista.

Daí vem a necessidade da burguesia de impor um candidato de terceira via, um verdadeiro representante da burguesia e do imperialismo, que possa atacar duramente a população em nome de seus representantes, mantendo os lucros estratosféricos dos parasitas sociais.

Além de destruir o desenvolvimento do país, a burguesia procura cada vez mais tirar o dinheiro da população. Um de seus representantes, o filhote de Pinochet Paulo Guedes atua como um Robin Wood reverso, que rouba dos pobres para var aos ricos.

É extremamente necessário denunciar as atitudes promovidas burguesia e de seus representantes contra a classe trabalhadora, lutar contra o golpe de estado é uma etapa fundamental da luta de classes atualmente no Brasil.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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